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Biólogos australianos capturam tubarão branco gigante



Uma enorme fêmea de tubarão branco com quase 5 metros de comprimento e pesando 1,6 tonelada foi capturada em Middleton, uma popular praia da Austrália. O peixão já havia sido avistado diversas vezes durante o mês passado, e provavelmente tenha sido atraído por uma carcaça de filhote de baleia que ficou encalhada na areia.



A praia, que fica na costa de Albany, já havia sido fechada para evitar acidentes com banhistas. Os biólogos estimam que o tubarão tenha 30 anos, e aproveitaram a aproximação para inserir um chip de rastreamento que permitirá que eles monitorem o animal. A operação de captura não foi nada fácil e durou duas horas, e o peixe — batizado pelos pesquisadores com o nome “Joan of Shark”, em alusão a Joana d’Arc — foi solto logo depois.

Fonte: Megacurioso

Pesquisa revela que "primo" do T–Rex teria vivido no Alasca



Um novo parente do Tiranossauro Rex foi descoberto. Ao que indica a pesquisa, essa espécie pode ter vivido na costa norte do Alasca há 70 milhões de anos e já foi nomeada como Nanuqsaurus hoglundi pela comunidade científica.

A descoberta foi revelada após a espécie ser identificada a partir de ossos do crânio fossilizado no Alasca. Os cientistas também estão o chamando de "lagarto urso polar” e dizem que o animal era um pouco mais alto do que um ser humano atual, tendo metade do tamanho de seu “primo” T-Rex.

Segundo o The Raw History, uma análise de vários ossos, dentes e do crânio foi descrita na revista PLOS ONE pelos pesquisadores Anthony Fiorillo e Ronald Tykoski, do Museu Perot da Natureza e Ciência, no Texas. Eles disseram que a espécie perambulava durante o período noturno de frio e neve, revelando que era provável que ele tivesse um forte senso de olfato e visão mais aguçada para caçar durante a noite.

"Para nós isso é uma coisa muito legal porque quer dizer que há algo sobre o ambiente ártico de 70 milhões de anos atrás, que selecionou para um tamanho corporal ideal um predador de sucesso”, disse Anthony Fiorillo.

Local dos fósseis
A área dentro do Círculo Polar Ártico, onde os ossos foram encontrados, não era tão fria há 70 milhões de anos e tinha, provavelmente, um clima parecido com os das modernas cidades de Seattle e Washington, nos Estados Unidos, ou Calgary, no Canadá.

Os pesquisadores afirmaram que os fragmentos do crânio do bicho foram encontrados em um buraco junto com outro dinossauro com chifres, que provavelmente o matou e tentou comê-lo.

No momento do registro, os pesquisadores conseguiram quatro pedaços de ossos, alguns dos quais foram cruciais para a pesquisa, porque eles mostravam o crescimento da cabeça de um adulto, em vez de um juvenil, permitindo aos cientistas estimar o tamanho total do crânio.

Desde então, mais fragmentos foram desenterrados. "Nós temos um quadro bastante completo do crânio agora. A beleza disso é que os sedimentos que preencheram os ossos preservaram a forma do cérebro e podemos ver que este animal também tinha um senso bem desenvolvido de olfato", explicou Fiorillo. 

                                       Fonte: Megacurioso

As renas fluorescentes da Finlândia!

Todos os anos, cerca de 4.000 renas morrem nas estradas finlandesas vítimas de atropelamento. Preocupados com a vida dos animais e com os prejuízos a Associação dos Criadores de Renas tiveram uma ideia nada convencional. Eles decidiram cobrir os chifres com camadas de tinta reflexiva, parecidas com aquelas usadas para pintar placas de beira de estrada. Os testes começaram com 20 renas que foram pintadas com corantes fluorescentes para analisar a reação dos animais e se as tintas podiam resistir ao frio.

No inverno, as renas viajam longas distâncias durante a noite em busca de comida. Os animais não se preocupam com o aumento do tráfego devido ao turismo do local e por isso, os acidentes são constantes. O objetivo desta novidade é fazer com que os animais se tornassem mais visíveis para os motoristas, mesmo no escuro. Ou seja, quando o farol do carro bate no animal a tinta reflete a luz, o chifre fica brilhante mesmo de longe e assim evitaria atropelamentos. Os criadores esperam que a tinta reflexiva seja útil o suficiente para que possa ser empregado em todas as renas da região. Se os testes forem positivos, os motoristas deverão ver muitas renas brilharem a partir de agora.







Abelhas cibernéticas que poderão salvar o planeta



Se você acha que a imagem acima é fruto de computação gráfica, está muito enganado. Colado às costas desta abelha australiana está um chip RFID que pode acompanhar para onde ela vai, o que e quando come. Mas, calma! Em tempos de espionagem transatlântica, esse inseto não vai te monitorar – ao invés disso, ele pode salvar o planeta.
Uma das mais importantes questões ambientais da atualidade é a segurança alimentar. As abelhas estão bem no centro dessas preocupações. Sua população está diminuindo, e isto poderia significar fome para os humanos. Os insetos fertilizam muitas das nossas culturas de alimentos básicos, e sem sua ajuda nossas fazendas serão significativamente menos produtivas.

Porém, mesmo com uma situação tão grave acontecendo, ainda se entende muito pouco sobre o que está causando uma desordem nas colônias de abelhas. Assim, cientistas na Austrália, comandados pelo brasileiro Paulo de Souza, líder científico da empresa CSIRO, decidiram monitorar abelhas selvagens para descobrir com quais substâncias elas estão entrando em contato e o que elas estão fazendo. Alguns cientistas acreditam que inseticidas estão causando problemas. Estes chips permitiriam aos pesquisadores ver se os insetos estão entrando em contato com tais substâncias ou se algo mais em seus ambientes está causando os problemas.

Mais de 5 mil abelhas em Hobart, na Austrália, foram equipadas com os sensores de RFID, que transmitem dados a gravadores colocados em torno de colmeias e fontes alimentares conhecidas que, por sua vez, enviam as informações para um local central. Isso permitirá aos pesquisadores construir um modelo de quatro dimensões do comportamento e dos movimentos das abelhas.
As abelhas são insetos sociais que retornam ao mesmo ponto e operam em um horário muito previsível. Qualquer mudança em seu comportamento indica uma mudança em seu ambiente. Ao modelar os seus movimentos, os cientistas esperam reconhecer rapidamente quando a sua atividade apresentar alguma variação e identificar a causa.
Os sensores são capazes de gerar energia a partir do bater de asas dos insetos, o que dá a eles potência suficiente para transmitir informações em vez de apenas armazená-las até que atinjam um registrador de dados.

Este é um daqueles momentos fascinantes quando você percebe que há, na verdade, um bom uso para a vigilância onipresente. Ela pode nos ajudar a identificar os problemas no meio ambiente, e, com alguma esperança, corrigi-los antes que eles saiam do controle.

Fonte; Hypescience


Inacreditável :Vacas vivas com enormes buracos no corpo

Difícil acreditar, mas com a intenção de estudar o processo digestivo e efetuar avaliações de dietas, taxa de passagem de alimentos, determinações de parâmetros químicos envolvidos na digestão dos bovinos, alguns pesquisadores realizam um procedimento em que são feitos buracos lateralmente em as vacas ainda vivas. Os buracos são grandes o bastante para que possa enfiar uma mão e manipular o conteúdo dentro do corpo da vaca.

O nome da técnica é “fistulação” que consiste de um procedimento cirúrgico em que uma porção do trato digestório do animal é exteriorizado com aberturas feitas desde a pele até a região do órgão. Depois da abertura e perfeita cicatrização do local, é implantado um tubo de silicone, com o objetivo de manter o orifício vedado e permitir acesso ao interior do órgão. O procedimento não é nenhuma novidade, sendo um procedimento comum desde o século passado e pode ser feito em cabras, ovelhas e outros.

As vacas que passam por este processo são chamadas vacas fistuladas ou vacas com janelas. Elas apresentam o comportamento fisiológico normal, sem incômodo ou dor, não havendo prejuízo no consumo e digestibilidade do alimento, produção de leite, reprodução e longevidade do animal, entre outros aspectos. As vacas fistuladas são ainda doadoras do líquido ruminal, ou seja, ela pode doar o líquido rico em microorganismos essenciais para a digestão para outras vacas doentes.

A técnica de fistulação de animais é imprescindível nos estudos de fisiologia e metabolismo principalmente nos ruminantes.


















Os segredos do mamífero mais rápido do mundo



Cientistas estão estudando a evolução do sengi, o mamífero mais rápido do mundo que, apesar de pequeno e peludo, é considerado um parente distante do elefante.
Essa estranha combinação de características vem encantando os biólogos desde que a criatura foi descoberta, na virada do século 19.
À primeira vista, o sengi se assemelha a outro roedor qualquer - um mamífero pequeno, com o corpo coberto de pelos e que adora comer insetos - e foi dessa forma que esses animais foram inicialmente descritos.
Mas depois de décadas de estudos científicos se descobriu que essas criaturas podem guardar segredos significativos sobre a evolução dos mamíferos.
Os focinhos compridos, por exemplo, sugerem comparações com os elefantes. Há, inclusive, uma família de 18 espécies de sengi nativas da África conhecida como musaranhos-elefante.
Estranhamente, os cientistas nos anos 90 descobriram que, a despeito de seu tamanho diminuto, esses animais são geneticamente mais próximos dos elefantes do que dos musaranhos propriamente ditos.

Dieta
Os sengis pertencem ao ramo heterógeneo denominado Afrotheria, que inclui, entre outros animais, aardvarks, peixes-boi, dugongos, elefantes, hiracóides e os tenrecídeos de Madagascar.
Os hábitos dos senjis continuaram a surpreender os biólogos: sua dieta é baseada em cupins e formigas, um regime alimentar mais comum em mamíferos maiores, que não fazem ninhos como mamíferos pequenos, hibernam à noite e possuem ossos longos em seus pés.
Segundo os especialistas, essas duas últimas características são resultado de sua adaptação à corrida, que os torna únicos entre os mamíferos pequenos.
"Eu me tornei fascinado com os musaranhos-elefante enquanto passeava no deserto da Namíbia em 1990 e um desses animais atravessou o meu caminho. Eu fiquei surpreso com a velocidade daquela criatura", afirmou o professor Barry Lovegrove, da Universidade de KwaZulu-Natal, na África do Sul.
Junto com seu aluno Metobor Mowoe, o professor Lovegrove estudou duas espécies específicas e os resultados acabam de ser publicados na revista científica "Journal of Experimental Biology".
Os sengis vivem uma variedade de diferentes habitats, de densas florestas a áreas abertas com poucas árvores, e todos compartilham uma mesma característica: sempre estão em movimento, correndo de predadores para garantir a sua sobrevivência.
Segundo o professor Lovegrove, esses animais, se levadas em conta as dimensões de seu corpo, superariam os guepardos como os animais mais velozes do mundo. "Há uma divergência entre os cientistas quando se faz esse tipo de análise comparada, pela qual se divide a velocidade máxima que um animal consegue atingir pelo comprimento de seu corpo".
Mas Lovegrove acrecenta que outros cálculos para medir a velocidade dos animais ainda não geram resultados satisfatórios, pois deixam de levar em conta todos os aspectos relacionados à massa corporal, que difere bastante entre mamíferos pequenos e grandes. "No entanto, por esse método, os musaranhos-elefante são os mamíferos mais rápidos da Terra, pesando menos do que 500 gramas", diz o estudioso.
Segundo os estudos conduzidos por Lovegrove, essas criaturas pequenas e peludas podem atingir velocidades de até 28,8 km/h.
Charada
Além dos testes de velocidade, a pesquisa analisou as características físicas desses animais. "Para correr rápido, um animal precisa de longas pernas para aumentar o comprimento de sua passada. Os únicos ossos que permitem tal atributo, resultado da seleção natural, são os pequenos ossos dos pés, os metatarsos", explica ele.
Ao observar registros já existentes sobre os sengis, os pesquisadores descobriram que as girafas são os mamíferos que apresentam a maior proporção entre os ossos da pata e das pernas. A segunda maior proporção é encontrada nos antílopes, que se adaptaram para correr de predadores atléticos. Imediatamente após os antílopes, vêm os pequenos sengis.
"Todos os mamíferos menores do que 500 gramas têm uma proporção entre os ossos da perna e da pata inferior a 1. Já essa relação nos musaranhos-elefante chega a 1.3", afirma o professor Lovegrove. "Para esses mamíferos, eles têm membros posteriores que são adaptados especificamente para correr rápido, muito rápido".
Todas essas características resultam em uma alta taxa metabólica e faz com que esses animais consumam muita energia. Pesquisas anteriores revelaram como esses pequenos velocistas entram em um estado de hibernação à noite, para diminuir a temperatura de seu corpo e preservar energia para a sua sobrevivência.
Para Lovegrove, cada nova revelação sobre os sengis adiciona mais uma charada à evolução dos mamíferos. "Estou tentando reunir as condições pelas quais os mamíferos ancestrais evoluíram tão incrivelmente rápido a partir do momento em que o asteróide exterminou os dinossauros, há 64 milhões de anos".

Fonte:g1.com


Encontrado berçário de tubarão pré-histórico




Este tubarão de focinho longo, conhecido como bandringa, foi um dos primeiros ancestrais dos tubarões modernos. © JOHN MEGAHAN, UNIVERSIDADE DE MICHIGAN

O mais antigo berçário de tubarões, contendo fósseis de ovos e filhotes, foi descoberto no terreno da usina nuclear de Braidwood, no nordeste do Illinois.

Segundo artigo publicado no Journal of Vertebrate Paleontology, o berçário tem cerca de 310 milhões de anos e abrigava uma espécie de tubarão de focinho longo chamada bandringa, um dos primeiros ancestrais dos tubarões modernos.

“Pelo menos uma dúzia de fósseis de filhotes, talvez mais, foram desenterrados no local”, conta Lauren Sallan, paleontóloga da Universidade, que escreveu o artigo com Michael Coates. O estado de preservação de alguns fósseis é impressionante.

“Encontramos até tecidos moles nos filhotes”, revela Sallan. Segundo a pesquisadora, os tecidos contêm pigmentos que, no futuro, podem revelar a coloração exata dos tubarões. No entanto, é provável que não haja vestígios de DNA.

Além dos filhotes, os paleontólogos estudaram os fósseis de mais doze bandringas adultos. Anteriormente, esse tubarão havia sido classificado em duas subespécies, mas os pesquisadores concluíram que todos os fósseis pertencem a uma única espécie. Com a descoberta, os cientistas agora têm uma noção mais abrangente da anatomia e das características do tubarão extinto.

“O bandringa tinha a cabeça totalmente coberta por grandes espinhos, um focinho comprido com eletroreceptores, parecido com um remo, e mandíbulas capazes de se projetar para sugar o alimento”, explica Sallan.

Parecido com o peixe-espada e o peixe-espátula dos dias de hoje, o bandringa tinha um focinho enorme, que correspondia à metade de seu comprimento. Seus eletrorreceptores ajudavam os tubarões a localizar as presas, que consistiam em pequenos crustáceos e outros animais marinhos.

Os filhotes tinham entre 10 e 15 centímetros, e os adultos podiam chegar a 3 metros de comprimento. O estômago de alguns filhotes ainda continha pequenos crustáceos, indicando que os animais morreram subitamente, antes de a refeição ser digerida. A causa da morte ainda é um mistério.

Com base na localização dos fósseis, os pesquisadores concluíram que os adultos  migraram dos pântanos de água doce da Pensilvânia e de Ohio para o litoral atlântico para acasalar. Essa linha costeira pré-histórica hoje abriga a central nuclear.

Segundo Sallan e Coates, essa seria a mais antiga rota migratória do grande predador dos mares, e é o único exemplo de migração de tubarões da água doce para a salgada. “Também é a evidência mais antiga de segregação, já que adultos e filhotes viviam em lugares diferentes, o que explica a migração para o berçário”, detalha Sallan.

Segundo a pesquisadora, os tubarões recorriam aos berçários porque se localizavam em pontos isolados, o que protegia os filhotes de tubarões maiores e outros potenciais predadores.

Como o período de gestação dos tubarões pode ser bem longo – até dois anos -, esse tipo de precaução era ainda mais importante.

“O artigo fornece teorias interessantes sobre o comportamento de reprodução, com base na interpretação literal da distribuição dos fósseis: adultos em um lugar, filhotes e ovos em outro”, explica John Maisey, paleontólogo do Museu Americano de História Natural.

No entanto, Maisey reconhece que inferir o comportamento de uma espécie tão antiga com base em evidências sólidas é um desafio instigante. “O comportamento não se fossiliza com facilidade”.


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Ator do filme Nascido para matar aparece em foto com Leoa morta


Ator americano R. Lee Ermey posa com leoa morta e arma na mão (Foto: Reprodução/YouTube/HuntinWithTheJudge)


A divulgação de uma foto do ator americano R. Lee Ermey – um dos astros do filme "Nascido para matar", dirigido em 1987 por Stanley Kubrick – com uma leoa supostamente caçada por ele em um safári na África do Sul causou a ira de ambientalistas.
A imagem faz parte de um comercial para internet da empresa Frikkie du Toit Safaris, que promove caçadas na savana sul-africana e está instalada na província Noroeste do país.
Na página da empresa, é possível encontrar diversos serviços destinados a pessoas interessadas em atirar em espécies nativas, principalmente nos "big five" (cinco grandes, em inglês), animais tradicionalmente considerados os mais difíceis de caçar. São eles: leão, leopardo, búfalo africano, elefante e rinoceronte.

A foto de Ermey, que interpretou o sargento Hartman no filme de Kubrick, está também em uma galeria de imagens de celebridades que participaram da atividade organizada.
De acordo com o proprietário do safári, em entrevista ao jornal britânico "The Independent", o ator foi ao local há cerca de dois anos.
Para ambientalistas ouvidos pela publicação, as imagens são "repugnantes". Pieter Kat, da organização Lion Aid, afirmou que há leis na África do Sul que permitem a caça de leões em reservas. Contudo, na opinião dele, a atividade "não é para caçar, mas sim para assassinar" os animais.
No site do safári, também é possível encontrar os preços de pacotes, como o que inclui sete dias de caça, com direito a matar uma leoa e duas diferentes espécies de antílopes, ao custo de R$ 23 mil.

Para dez dias de atividades no safári, com direito a atirar em 12 animais de seis espécies diferentes – incluindo uma cabra-de-leque (também chamada de "springbok", em africâner), animal símbolo da África do Sul –, o custo é de aproximadamente R$ 24 mil.

Serpente engole cobertor e precisa de cirurgia


As serpentes também se enganam! Uma Píton birmanesa (Python molurus bivittatus) chamada Houdini de quase 4 metros pesando cerca de 30 quilos engoliu um cobertor elétrico enquanto tentava comer um coelho que estava sobre o cobertor. O cobertor, que era mantido na gaiola da píton com o objetivo de aquece-la, provavelmente enroscou-se no coelho enquanto este era engolido e acabou fazendo parte da refeição. A serpente precisou ser levada ao veterinário para uma cirurgia de emergência.

Os veterinários, que nunca haviam operado uma serpente antes, tiveram muita dificuldade em decidir onde a incisão deveria ser feita. Segundo um especialista, Houdini (18 anos) não sobreviveria muito tempo e provavelmente passou por um esforço muito grande ao engolir o cobertor. O processo todo pode ter demorado cerca de 6 horas. Felizmente o cobertor foi retirado e a serpente passa bem!

As serpentes criadas em cativeiro costumam mesmo se alimentar de coisas inusitadas, mas comer um cobertor nunca havia sido relatado. O exame de raio-x mostrava os fios internos do cobertor que conduzia o calor. As imagens mostraram que o cobertor ficou estendido até cerca de 2 metros do seu trato digestivo. As imagens eram tão impressionantes que o raio-x foi vencedor do concurso de radiografias chamado Vet Practice News’ annual “They ate what?” (ele comeu o que?) em que profissionais inscrevem suas radiografias de animais que engoliram coisas que não deveriam.









Pescadores encontram Baleia-cinzenta siamesa

Mamífero aquático já estava morto quando foi visto em praia de Los Cabos.Biólogos consideram o exemplar como raríssimo.


Imagem divulgada nesta terça-feira (7) pela Comissão Nacional de Proteção de Áreas Naturais do México mostra um exemplar raro de baleia-cinzenta siamesa que foi encontrado na região de Los Cabos, no estado de Baja California.

Pescadores viram o animal já morto na praia e avisaram especialistas sobre o achado. Biólogos que analisaram o mamífero aquático, que media cerca de 4 metros de comprimento, disseram que a baleia siamesa era um exemplar raríssimo.


Pescadores encontraram um exemplar de baleia-cinzenta siamesa em uma praia do México. Na imagem é possível ver as cabeças das baleias (Foto: Conanp/AFP)


Biólogos afirmam que exemplares como o encontrado na costa mexicana são raríssimos. A foto mostra as caudas das baleias siamesas (Foto: Conanp/AFP)

Fonte g1.com


Foto de tubarão em onda pode ser falsa


Os especialistas americanos Jeff Kurr e David Shiffman divergiram ao analisar uma foto que mostra algo que parece ser um tubarão em uma onda em Manhattan Beach, na Califórnia (EUA). A imagem tirada pela americana June Emerson fez sucesso na web.



"É um tubarão branco medindo entre 3 e 3,5 metros", disse Kurr, especialista em tubarões do canal Discovery, à TV "CNN". No entanto Shiffman contesta: "Não é um tubarão, é um golfinho". Ele destaca ainda que a cauda do animal lembra a de um golfinho.
Apesar da opinião de Shiffman, Kurr diz não ter dúvidas. "Com base na forma da barbatana dorsal, que é mais reta, eu diria que é um grande tubarão branco", afirmou ele, lembrando ainda que a praia em questão tem chamado atenção pela presença do predador.
June registrou a cena enquanto fotografava seu filho Quinn Emerson, de 12 anos, e um amigo surfando na última sexta-feira (27). "Foi um choque quando vi a foto", disse June Emerson, que mostrou a imagem para surfistas e salva-vidas.

Fonte g1.com

Mistério - O Buraco sem Fundo de Ellensburg




O noroeste do Pacífico norte-americano é uma região que abriga muitos mistérios. Ali, por exemplo, são relatados avistamentos do lendário Bigfoot. Mas, na cidade de Ellensburg, cercada de vales, onde ergue-se o pico de Manastash, existe um lugar especialmente enigmático: é um buraco profundo, escuro - que muitos acreditam, esconde algo de sobrenatural. Seu nome: Mel's Hole.

Um shaman local, Red Elk, conhece bem os casos misteriosos relacionados ao buraco. Seu pai o levou até até lá em 1961. Na ocasião, o patriarca revelou: Este é um buraco sem fim, sem fundo. Elk voltou lá muitas vezes e afirma que coisas estranhas acontecem no local. Ele acrescenta: Eu o chamo 'buraco do diabo'.

Os habitantes da região estão familiarizados com as lendas mas o caso somente ganhou maior repercussão em 1997, quando foi mencionado em um programa de rádio de alcance nacional apresentado por Mel Waters. Waters foi conferir de perto e contou: Levei cães comigo e eles recusavam-se a se aproximar do buraco. A cavidade é circundada por uma parede de três metros em seu em torno.

Tentando medir a profundidade, Waters usou um velho truque de pescador, lançando uma linha de pesca que tinha milhares de metros de extensão dentro da escuridão. O esperado era que, chegando a determinado ponto, a linha voltasse apresentando sinais de umidade, água - portanto. Porém, a linha foi desenrolada até o limite e, ao ser recolhida, estava completamente seca.

Na mesma época, um jovem entrevistado afirmou que tinha atirado naquelas profundezas o cadáver de um cão. Este cão, que mergulhou no mistério - morto, reapareceu vivo. A gravação da aventura do radialista desapareceu, embora a reportagem tenha sido feita, sem dúvida, posto que depois dela o caso tornou-se popular e comentado durante certo tempo.

O shaman Elk especula: ele acha que o governo tem uma base subterrânea ali. E diz isso porque em imagens de satélite [?], eventualmente, aparecem objetos não identificados nas proximidades - objetos semelhantes a caixas brancas. Segundo Elk, isso acontece durante o Solstício de Verão. Ele acredita que astronautas fazem carregamentos ou descarregam materiais no lugar, antes ou, quem sabe, depois de uma missão.

Phil Lipson, do Northwest Museum of Legends and Lore, liderou expedições em busca do buraco. Na região, a maioria das pessoas conhece os casos mas não sabe, de fato, onde fica o buraco. Lipson não conseguiu localizá-lo. Na Ellensburg Public Library (biblioteca), o historiador Milton Wagy informa que havia um arquivo reunido informações sobre o Mel's Hole, incluindo o registro da reportagem. O arquivo desapareceu e este é mais um dos mistérios da Lenda do Buraco sem Fundo de Ellensburg.

                                             FONTE: WHITAKER

Veja também; Peixes abissais os senhores das trevas

Ratos são soltos de para quedas para tentar exterminar cobras



Na tentativa de exterminar as cobras que trazem danos para a região, o governo da ilha de Guam – um território americano localizado no Oceano Pacífico – soltou dois mil ratos em pequenos paraquedas no último final de semana.

O objetivo da missão inusitada é tentar erradicar a cobra-arbórea-marrom, uma espécie invasiva que vem trazendo prejuízos da casa dos milhões de dólares para a vida selvagem e para a indústria desde que chegaram a ilha há algumas décadas.

Essa foi a quarta e maior invasão dos roedores e faz parte de um programa americano de 8 milhões de dólares que foi aprovado em fevereiro e pretende exterminar as cobras para tentar salvar os pássaros nativos e exóticos que lhes servem de alimento.



Mas não é apenas a fauna que o governo tenta proteger. A base aérea de Andersen, local onde os animais foram soltos, é um grande complexo industrial que sofre frequentemente com a interrupção do fornecimento de energia elétrica por causa da invasão das cobras nas estações de energia. Cerca de 80 animais são encontrados todos os anos. O Interior Department estimou em 2005 que os ataques resultam em um gasto de 4 milhões de dólares para cobrir reparos e a perda da produtividade.

O governo já tentou diferentes maneiras de eliminar os répteis, que eles acreditam terem chegado à ilha a partir de um navio de carga sem inspeção na década de 1950. Armadilhas, cães farejadores e inspetores de caça ajudaram a controlar a população de cobras, mas os animais estão espalhados na ilha inteira. Acredita-se que exista dois milhões de répteis em Guam.




Para atrair a atenção dos répteis e aumentar a eficácia da missão, os ratinhos derrubados com pequenos paraquedas de papelão e papel de seda estão mortos. Mas eles carregam consigo uma substância que pode ser letal para as cobras: paracetamol.

Descobriu-se que as cobras-arbóreas-marrom são incrivelmente sensíveis a um dos compostos mais comuns dos remédios para dor. Se um desses répteis ingerir apenas 80 miligramas do princípio ativo, ele pode morrer. Essa quantidade equivale a um sexto de um comprimido comum, sendo que porcos, cães e outros animais desse porte precisariam se alimentar de 500 ratos com paracetamol para consumir uma dose letal.

Dessa maneira, os helicópteros sobrevoaram a área a uma pequena altitude e soltaram as iscas na base das regiões de floresta. Cada um dos ratos carrega uma pequena dose do medicamento. Para manter um controle da ação, alguns animais também estão equipados com transmissores de dados.

Fonte: NBC news e Mega Curioso



Fotógrafa capta momento em que Crocodilo abocanha Zebra no Quênia

Imagem foi feita durante migração de animais, que voltavam da Tanzânia.
Crocodilo aproveitou passagem de zebra para 'fazer uma boquinha'.


Fotógrafa captou momento em que crocodilo devora exemplar de zebra, que atravessava o Rio Mara, no Quênia (Foto: Rebecca Blackwell/AP)


A fotógrafa Rebecca Blackwell, da Associated Press, clicou o momento em que um enorme crocodilo do Rio Mara, no Quênia, devora uma zebra. O flagrante aconteceu na terça-feira (3), no Parque Maasai Mara.

Segundo a agência, milhares de animais que tinham saído da região durante o processo tradicional de migração, rumo ao Parque Nacional Serengeti, no sul da Tanzânia, estão retornando antes do tempo previsto.

Guardas florestais afirmam que os bichos encontraram condições insuficientes de pasto na região e a forte seca que atinge a Tanzânia pode ter influenciado o retorno.
Durante a travessia de volta ao Quênia, os animais precisam atravessar rios. São nesses momentos que crocodilos aproveitam para “fazer uma boquinha”.


Grupos de gnus e zebras voltam para o Parque Maasai Mara, no Quênia, após migrarem para reserva na Tanzânia (Foto: Rebecca Blackwell/AP)




Fonte g1.com


Pacù o peixe comedor de testículos é encontrado na França



Um pacu, peixe comum no Pantanal e na Amazônia brasileira, foi encontrado por um pescador no rio Sena, em Paris, na França.  O peixe é conhecido fora do Brasil como "devorador de testículos" porque acreditam que o peixe possa confundir testículos humanos com nozes e mordê-los. Outros espécimes já foram encontrados na Suécia e na Dinamarca.

O nome pacu é dado para várias espécies de peixes caracídeos da subfamília Serrasalminae, que também inclui as piranhas. Mas ao contrários das piranhas, o pacu é dócil e constantemente é criado em aquários e pesque-pagues. Acredita-se que um destes peixes do aquário pode ter sido jogado no rio.

Há um mês, o peixe apareceu nas águas do estreito que separa a Suécia e a Dinamarca. As autoridades alertaram para os banhistas tomarem cuidado porque o pacu poderia atacá-los.

Os peixes também foram vistos em Papua Nova Guiné e em um lago no Texas, para onde alguns exemplares teriam sido contrabandeados. Na Polônia, em 2002, um caso similar foi registrado.
Ele também apareceu recentemente na França isto indica que já esta rodando o mundo
e o risco aumenta ainda mais para os pescadores dessas regiões.

Normalmente o peixe não é perigoso para os seres humanos, mas acredita-se que quando estão com fome eles possam morder os homens.

 O peixe mede em média 21,5 centímetros, mas em algumas regiões pode chegar a 90 centímetros.

Fonte: noticias uol.com

Humanos são frutos de acasalamento , entre Chipanzé e Porco diz geneticista


Cientista sugere que uma pele sem pelos e com gordura subcutânea seria explicada por ancestrais suínos

Hipótese de especialista americano foi publicada em um site científico


A espécie humana começou como a cria híbrida de um porco macho e uma chimpanzé fêmea - pelo menos é o que sugere um geneticista americano. A afirmação foi feita por Eugene McCarthy, da Universidade da Geórgia, detentor de um pós-doutorado na área e considerado uma autoridade na "hibridização" de animais. Ele argumenta que, enquanto os humanos têm muitas características em comum com os macacos, também têm um grande número de atributos distintivos que não são encontrados em outros primatas. As informações são do Daily Mail.

O geneticista afirma que essas características são muito provavelmente resultado de uma origem híbrida em algum ponto no início da história da evolução humana. Além disso, ele sugere, há um animal que conta com todos os traços que diferenciam os seres humanos dos "primos" primatas no reino animal. "Qual é o outro animal que possui todas essas características? A resposta é: Sus scrofa (domesticus), o porco comum."

Cientistas concordam que os chimpanzés são os animais vivos com mais semelhanças com os humanos, uma teoria que conta com grande evidência genética. No entanto, há muitas características anatômicas entre as duas espécies. A pele sem pelos, uma espessa camada de gordura subcutânea, olhos claros, narizes protuberantes e cílios pesados seriam atributos suínos, segundo McCarthy.

A hipótese foi recebida com relutância pela comunidade científica. Em primeiro lugar, porque McCarthy é um especialista em pássaros, e nunca publicou um artigo sobre genética em mamíferos. O texto em que ele defende a tese foi publicado em um site organizado por ele, o Macroevolution.net. Além disso, o geneticista lançou um livro no ano passado chamado The Department, que - em tom de sátira -, mistura suspense, ciência e poesia em uma trama cujo personagem principal é um híbrido entre porco e chimpanzé. O romance, em formato de e-book, está disponível na Amazon. Também se questiona, afinal, como seria possível um chimpanzé acasalar com um porco.

                                                     Fonte :http://noticias.terra.com.br/

15.000 crocodilos fogem de criatório na África do sul




Cerca de 15 mil crocodilos fugiram de uma quinta dedicada à criação daqueles animais na África do Sul durante as fortes inundações que atingiram a região, informou o jornal local Beeld. Os animais fugiram da Quinta de Crocodilos Rakwena, no norte do país, quando os proprietários foram obrigados a abrir os portões devido à tempestade.

Alguns dos crocodilos foram entretanto recapturados, mas pelo menos metade continua em liberdade. Um deles apareceu num campo de rugby de uma escola a 120 quilómetros de distância.
A província de Limpopo foi atingida por graves inundações que mataram 10 pessoas e deixaram muitos desalojados.

As inundações também afetaram Moçambique, onde dezenas de milhares de pessoas foram retiradas de casa.

                                                           Fonte ; Correio da manha

Descoberto um animal movido à luz solar

Animais são estranhos – uma fonte de energia tremenda bem em cima da cabeça deles, e eles preferem obter energia pelo trabalhoso método de comer e digerir comida. Por que não fazem como as plantas, e usam a luz do sol?


Bom, alguns animais fazem, como os corais que têm algas (que por sua vez produzem açúcares), além de um monte de animais que copiaram esta ideia, por exemplo esponjas e lesmas-do-mar. Tem também a vespa que converte luz solar em eletricidade. Existe até a suspeita de que alguns afídios aproveitam a luz solar de alguma forma.

Mas, se você olhar esta lista, vai ver que nenhum deles é um vertebrado. Até agora, não se conhecia nenhum vertebrado que aproveitasse a luz solar. Recentemente, um suspeito de longa data, a salamandra manchada, Ambystoma maculatum, foi confirmada como um animal que aproveita a luz solar.



Suspeito de longa data
Já se sabia, pelo menos desde 1888, que as salamandras tinham um relacionamento com as algas Oophila amblystomatis. A salamandra coloca seus ovos na água, e as algas os colonizam.
E é um relacionamento que tem todo jeito de ser simbiótico, ou seja, os dois ganham vantagens sobre ele. Os embriões liberam seus dejetos que são aproveitados pelas algas que, com os dejetos e a luz do sol, produzem oxigênio. E é um relacionamento tão importante que os embriões que têm pouca ou nenhuma alga morrem com frequência.
Em 2011, os cientistas fizeram nova descoberta: a alga estava entrando dentro dos embriões, e, em alguns casos, dentro das células dos embriões. Provavelmente, os embriões estavam pegando mais do que oxigênio das algas – estavam pegando a glucose produzida por elas. Em outras palavras, as algas estavam funcionando como geradores de energia interna para as salamandras.
Carbono 14 para o teste
Para testar esta hipótese, Erin Graham, da Universidade Temple, em Filadélfia, Pensilvânia (EUA) e seus colegas incubaram ovos de salamandra em água contendo carbono-14, radioativo. As algas usam este isótopo na forma de dióxido de carbono, produzindo glucose radioativa.
Graham descobriu que os embriões se tornaram radioativos – e não deveriam. Como estavam dentro dos ovos, tudo que eles precisavam do meio ambiente era oxigênio. O ovo continha, ou deveria conter, todo o nutriente que eles precisavam, e certamente não tinha carbono-14.
Graham descobriu também que, se os embriões se desenvolvessem no escuro, não se tornavam radioativos, comprovando que realmente era a atividade de fotossíntese das algas que estava fornecendo carbono-14 aos embriões.
Esta simbiose não é essencial, mas é importante, já que sem as algas a taxa de sobrevivência dos embriões é menor, e o crescimento deles é mais lento.
Única exceção?
Ainda não se sabe como as algas entram nas células da salamandra, mas a descoberta abre a possibilidade para que existam outros vertebrados que se aproveitem da fotossíntese de forma semelhante. Todos os animais que põem ovos na água são bons candidatos. Algum outro anfíbio ou peixe pode estar fazendo isto, mas é pouco provável que uma ave ou mamífero esteja. As crias destes animais ficam seladas do ambiente durante seu desenvolvimento.