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Chocante! O pior zoológico do mundo

O Surabaya Zoo é o maior zoológico da Indonésia e já poderia ter sido fechado a muito tempo. Neste lugar os animais sofrem maus tratos diariamente durante toda a vida.

Os animais não têm comida suficiente e qualquer atendimento médico especializados, pois não existem veterinários no zoológico e os animais são “cuidados” pela mesmo funcionário que alimenta e limpa os aposentos (quando limpam!). Além disso, animais menores se reproduzem de forma descontrolada, não existe qualquer financiamento do governo e alguns membros da equipe respondem por crime de tráfico ilegal de animais silvestres. Os ingressos são muito baratos (US$2,00) e a má fé de alguns funcionários que foram acusados de vender a comida dos animais para os mercados da cidade, são os principais problemas que fizeram o zoológico virar um show de horror.

Espécies raras como dragões de komodo e orangotangos vivem em gaiolas úmidas sendo obrigados a comerem amendoins jogados pelos visitantes. Cerca de 180 pelicanos são mantidos em uma gaiola menor que uma quadra de vôlei e mais de 20 tigres são mantidos em jaula de concreto como uma prisão. A superlotação é o maior problema do zoológico, e por causa disso, dos 4 mil animais, em torno de 25 morrem todos os meses, certamente de fome e doenças.

Não existe qualquer esforço por parte do governo para salvar os animais. Diante de tamanha crueldade diversas ONGs e ativistas pedem o fechamento do zoológico e salvação dos animais. Muitos deles não tem a mínima condição de viver soltos e precisam de cuidados extremos. 





A última girafa do zoológico dos horrores doente com 30 anos de idade. Faminta, a girafa ingeriu cerca de 20 Kg de plástico vindo do lixo jogado em seu ambiente e acabou não resistindo.


Mais um caso de crueldade: Um tigre branco de Bengala vivia em uma jaula minúscula faltando uma orelha e sofrendo de graves problemas de coluna que não permitiam que o animal ficasse de pé.









Mistério - O Buraco sem Fundo de Ellensburg




O noroeste do Pacífico norte-americano é uma região que abriga muitos mistérios. Ali, por exemplo, são relatados avistamentos do lendário Bigfoot. Mas, na cidade de Ellensburg, cercada de vales, onde ergue-se o pico de Manastash, existe um lugar especialmente enigmático: é um buraco profundo, escuro - que muitos acreditam, esconde algo de sobrenatural. Seu nome: Mel's Hole.

Um shaman local, Red Elk, conhece bem os casos misteriosos relacionados ao buraco. Seu pai o levou até até lá em 1961. Na ocasião, o patriarca revelou: Este é um buraco sem fim, sem fundo. Elk voltou lá muitas vezes e afirma que coisas estranhas acontecem no local. Ele acrescenta: Eu o chamo 'buraco do diabo'.

Os habitantes da região estão familiarizados com as lendas mas o caso somente ganhou maior repercussão em 1997, quando foi mencionado em um programa de rádio de alcance nacional apresentado por Mel Waters. Waters foi conferir de perto e contou: Levei cães comigo e eles recusavam-se a se aproximar do buraco. A cavidade é circundada por uma parede de três metros em seu em torno.

Tentando medir a profundidade, Waters usou um velho truque de pescador, lançando uma linha de pesca que tinha milhares de metros de extensão dentro da escuridão. O esperado era que, chegando a determinado ponto, a linha voltasse apresentando sinais de umidade, água - portanto. Porém, a linha foi desenrolada até o limite e, ao ser recolhida, estava completamente seca.

Na mesma época, um jovem entrevistado afirmou que tinha atirado naquelas profundezas o cadáver de um cão. Este cão, que mergulhou no mistério - morto, reapareceu vivo. A gravação da aventura do radialista desapareceu, embora a reportagem tenha sido feita, sem dúvida, posto que depois dela o caso tornou-se popular e comentado durante certo tempo.

O shaman Elk especula: ele acha que o governo tem uma base subterrânea ali. E diz isso porque em imagens de satélite [?], eventualmente, aparecem objetos não identificados nas proximidades - objetos semelhantes a caixas brancas. Segundo Elk, isso acontece durante o Solstício de Verão. Ele acredita que astronautas fazem carregamentos ou descarregam materiais no lugar, antes ou, quem sabe, depois de uma missão.

Phil Lipson, do Northwest Museum of Legends and Lore, liderou expedições em busca do buraco. Na região, a maioria das pessoas conhece os casos mas não sabe, de fato, onde fica o buraco. Lipson não conseguiu localizá-lo. Na Ellensburg Public Library (biblioteca), o historiador Milton Wagy informa que havia um arquivo reunido informações sobre o Mel's Hole, incluindo o registro da reportagem. O arquivo desapareceu e este é mais um dos mistérios da Lenda do Buraco sem Fundo de Ellensburg.

                                             FONTE: WHITAKER

Veja também; Peixes abissais os senhores das trevas

Ilha Ramree o lugar mais assustador da terra


Ilha Ramree, é o nome da ilha situada na costa do Estado de Rakhine, na Birmânia. A área da ilha é de cerca de 1350 km² e o principal centro populoso é Ramree, mas o que chama a atenção na ilha são os centros populacionais e sim seus pântanos.

Durante a Segunda Guerra Mundial ocorreu um confronto entre tropas inglesas e japonesas no local, a Batalha ficou conhecida como "A batalha de Ramree". Foi travada durante janeiro e fevereiro de 1945, como parte do avanço do Décimo Quarto Exército britânico 1944-1945 na ilha, com o intuito de acabar com o domínio japonês no local.. A batalha começou com a Operação Matador, um assalto anfíbio para capturar o porto estratégico de Kyaukpyu  (localizado no extremo norte de Ramree Island) ao sul de Akyab. Em Ramree a guarnição japonesa continuava com sua resistência heroica. Mas quando os marines ingleses flanquearam os redutos japoneses, os novecentos defensores dentro deles abandonaram suas bases e recuaram para dentro dos pântanos inamistosos ao redor da ilha. A rota de fuga obrigou os japoneses a atravessarem 16 quilômetros de manguezais, seu intuito era se juntarem com outro batalha japonês que ficava mais ao sul e nas extremidades da ilha, mas infelizmente ele não contavam com a lama profunda, bem como as doenças tropicais e seu maior algoz, o crocodilo de água salgada. Crocodilos esses que infestavam os pântanos da ilha.


Repetidas chamadas pelos britânicos para os japoneses se render foram ignorados: os Marines segurando os perímetros conquistados disparavam nos japoneses tentando escapar, enquanto dentro dos pântanos os soldados morriam ao longo de vários dias, vítimas dos crocodilos gigantes. Alguns, incluindo naturalista Bruce Stanley Wright (que participou da batalha), afirmou que os crocodilos atacaram e comeram a maioria de seus companheiros. A descrição de Wright se encontra em seu livro "Sketches Vida Selvagem Perto e Longe" e assusta os que ousam se imaginar na pele desses infelizes japoneses.

Trecho do livro:  "Essa noite (de 19 de fevereiro, 1945) foi a mais horrível que qualquer membro do exército japonês já experimentou. Os tiros de fuzil espalhados no pântano escuro como breu perfurado pelos gritos dos feridos esmagados nas garras de enorme répteis, e o som de crocodilos girando feito uma cacofonia do inferno que raramente tem sido repetido na terra. Ao amanhecer, os urubus chegaram para limpar o que os crocodilos tinham deixado .... Dos cerca de mil soldados japoneses que entraram nos pântanos de Ramree, apenas cerca de vinte foram encontrados vivos. "

O Guinness Book of World Records (livro dos Recordes) listou essa tragédia como o "O maior desastre sofrido por humanos, causado por animais". 






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