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URSO PRÉ-HISTÓRICO É DESCOBERTO COM ÓRGÃOS, PELO E FOCINHO INTACTOS

 Caçadores de renas da Sibéria descobriram um exemplar muito bem preservado de um animal extinto na era do gelo: um urso-das-cavernas (Ursus spelaeus). Os restos mortais do animal, encontrado nas ilhas Lyakhvsky, no extremo norte da Rússia, ainda tinham tecidos moles intactos, o pelo e até mesmo o seu focinho preto.


Analisado por cientistas da Universidade Federal NEFU em Yakutsk, o espécime teve sua idade situada entre 22 mil e 39,5 mil anos. Além disso, segundo a paleontóloga Lena Grigorieva, trata-se de uma descoberta única, “totalmente preservado, com todos os órgãos internos no lugar”.



O urso-das-cavernas



O urso-das-cavernas foi uma espécie pré-histórica que habitou a Eurásia durante o Pleistoceno Médio, entre 10 mil a 82 mil anos atrás. Baseados em descobertas anteriores, os historiadores estimam que a espécie deve ter sido extinta há cerca de 15 mil anos.

Diferente dos ursos modernos, que são onívoros, os ursos-das-cavernas provavelmente não comiam carne, exceto talvez pela eliminação de animais da própria espécie mortos. Na maior parte do tempo, porém, esses plantígrados eram verdadeiras máquinas comedoras de vegetação.

A dieta parece ter sido muito boa para os ursos da época, porque eles eram enormes, chegando a 3,5 metros de altura quando empinados nas patas traseiras segundo o site Ars Technica. Embora o peso médio dos ursos-das-cavernas ficasse em torno dos 500 quilos, alguns espécimes chegavam a atingir 1,5 tonelada.

A extinção

Após viver na Eurásia há pelo menos 300 mil anos, os ursos-das-cavernas foram extintos de forma misteriosa entre 25 mil a 20 mil anos atrás, durante o chamado Último Máximo Glacial, período correspondente à maior extensão de mantos de gelo.  

À medida que o aquecimento global acelera o derretimento do permafrost na Sibéria, mais desses animais mumificados da era do gelo serão revelados. No entanto, enquanto alguns desses espécimes são descobertos, preservados e estudados, a maioria pode simplesmente não ser detectada e apodrecer rapidamente.

Numa entrevista concedida anteriormente ao site Live Science, o curador do Museu de Paleontologia da Universidade de Michigan, que não esteve envolvido na descoberta do urso-das-cavernas, declarou que "para cada um que eles recuperam, há 10, senão 20 perdidos".

fONTE : Mega curioso


As 5 aranhas mais venenosas do Brasil

 O Brasil, junto com a Austrália, é o país onde se encontra mais tipos de aranhas venenosas, sendo que a mais venenosa do mundo é uma espécie brasileira. Confira quais são as 5 aranhas mais venenosas do Brasil!


5. Aranha-reclusa-chilena (Loxosceles laeta)



Esse tipo de aranha-marrom, apesar de ter o nome de "chilena", pode ser encontrado em toda a América, inclusive no Brasil. Trata-se de uma aranha super perigosa, cujo veneno pode provocar grandes danos na pessoa picada. O chamado loxoscelismo, que é o nome do envenamento por picada da aranha-reclusa, inclui a necrose da região picada. Se não houver tratamento, a pessoa picada por uma aranha-reclusa pode morrer.

Essa espécie de aranha-marrom é adaptável a áreas urbanas, podendo ser encontrada em residências, atrás de móveis, em meio a roupas, dentro de sapatos etc. As aranhas do gênero Loxosceles (contando a laeta, a gaucho e a intermedia) são responsáveis por metade dos acidentes com aranhas no Brasil. Assim, além de venenosa, a aranha-reclusa é super perigosa.

4. Aranha-marrom (Loxosceles gaucho e intermedia)


A aranha-marrom é famosa no Brasil, e pode ser encontrada em regiões de clima quente em todo o mundo.

Sua picada é extremamente dolorosa e necrosante, e se não for tratada rapidamente pode trazer problemas irreversíveis.

Elas possuem cerca de 4 a 6 centímetros e não costumam atacar caso não sejam incomodadas. Apesar disso, ela é a maior causadora de acidentes com aranhas no Brasil.

3. Viúva-marrom (Latrodectus geometricus)



O veneno desta aranha é, sim, tóxico para os seres humanos, mas bem menos potente do que o veneno de sua prima viúva-negra. Essa espécie pode ser encontrada em boa parte do mundo, distribuindo-se por regiões tropicais, da Austrália ao Brasil.

Tal como suas primas, essas aranhas são bem pequenas. As fêmeas, que são maiores, podem chegar a 10 mm (estamos falando do comprimento do corpo). É preciso ficar atento com essas pequeninas, já que elas costumam armar suas teias em espaços domésticos, como cercas de madeira, cantos de janelas, portas e mesas.

Tal como a viúva-negra, essa espécie não é agressiva, e picadas em humanos são bem raras. Acidentes geralmente acontecem por mera distração, quando por exemplo algum desavisado encosta ou se espreme sem querer o bichinho que está lá quieto no seu canto.



2. Viúva-negra (Latrodectus mactans)




A viúva negra é uma das aranhas mais conhecidas do planeta, e uma das quais você não deveria nunca chegar perto!

Essa espécie vive no Brasil e em outros países na América, principalmente na parte costeira dos continentes.

Sua cor negra brilhante e a marcante mancha vermelha em seu abdômen tornam essa aranha fácil de se reconhecer. As fêmeas dessa espécie costumam ser 3 a 4 vezes maiores que os machos.


1. Armadeira (Phoneutria nigriventer)



Seu nome já diz tudo: Phoneutria vem de uma palavra grega que significa "assassina". Essa espécie é comum em todo o território brasileiro.

O seu veneno pode agir mais rápido do que o de algumas cobras venenosas, e os efeitos das picadas também podem ser parecidos, porém em menor escala.

Os sintomas do envenenamento incluem a perda de controle muscular, levando a problemas respiratórios, e que podem resultar em paralisia respiratória completa e asfixia.

Além disso, existem dois outros efeitos secundários importantes na mordida da aranha armadeira. Em primeiro lugar, há uma dor intensa e, em segundo lugar, se você for homem, a picada dessa aranha pode causar uma ereção de até 4 horas, que infelizmente também é extremamente dolorosa.

O comportamento desta espécie é particularmente perigoso para os seres humanos, pois elas gostam de lugares escuros, procurando se esconder dentro de botas, pilhas de roupas e dentro de carros.

Isso faz com que essa aranha seja a segunda maior causadora de acidentes no Brasil, com mais de 7 mil casos já registrados no país. E ao contrário da aranha-marrom, as armadeiras são agressivas, atacando mesmo sem serem incomodadas.

Felizmente, o número de mortes não é muito alto, devido ao antídoto que é bastante eficiente e facilmente encontrado.









Cientistas descobrem menor peixe do mundo



Cientistas descobriram o menor peixe já visto em pântanos da ilha de Sumatra, na Indonésia

Indivíduos adultos não passam de 7,9 milímetros, segundo pesquisadores da Royal Society britânica, que publicaram a descoberta em sua revista de mesmo nome.

Os Peadocypris genus, no entanto, estão ameaçados por causa da rápida destruição do seu habitat natural na Indonésia.

O peixe teve que adaptar-se a situações extremas – como viver em águas muito mais 
ácidas do que o normal

A comida é cada vez mais escassa para o Paedocypris - menor que outros peixes por poucas dezenas de milímetros. Ele sobrevive comendo plâncton próximo à superfície da água.

Para manter seu tamanho, a espécie deixou de lado várias características da vida adulta – uma das razões para seu nome.

O cérebro, por exemplo, tem menos ossatura de proteção e as fêmeas têm espaço para carregar poucos ovos.

Os peixes são tão pequenos que podem sobreviver até a secas, buscando refúgio nas últimas poças d'água.

Mas eles agora estão ameaçados pelo homem.


Destruição sistemática das florestas, drenagem dos pântanos para plantações de palmeiras (para produção de dendê) e incêndios estão destruindo o meio ambiente do peixe.

Biólogos australianos capturam tubarão branco gigante



Uma enorme fêmea de tubarão branco com quase 5 metros de comprimento e pesando 1,6 tonelada foi capturada em Middleton, uma popular praia da Austrália. O peixão já havia sido avistado diversas vezes durante o mês passado, e provavelmente tenha sido atraído por uma carcaça de filhote de baleia que ficou encalhada na areia.



A praia, que fica na costa de Albany, já havia sido fechada para evitar acidentes com banhistas. Os biólogos estimam que o tubarão tenha 30 anos, e aproveitaram a aproximação para inserir um chip de rastreamento que permitirá que eles monitorem o animal. A operação de captura não foi nada fácil e durou duas horas, e o peixe — batizado pelos pesquisadores com o nome “Joan of Shark”, em alusão a Joana d’Arc — foi solto logo depois.

Fonte: Megacurioso

Uma amizade realmente animal


Estava eu por ai,andando na net ( pq sou pobre e não tenho grana para navegar) quando me deparei com essa história curiosa.
Na Costa Rica um cara chamado ” Chito ” tem uma amizade interessante.
Trata-se nada mais nada menos do que a amizade com um hiper-crocodilo chamado Pocho.
Eles se conhecem faz mais de 20 anos,quando Chito salvou o crocodilo que estava morrendo por ter sido baleado no olho.
Chito então gastou várias horas de seus dias tratando de Pocho,dando-lhe comida e administrando remédios.
Depois de um tempo ele sentiu que o crocodilo ja não era uma ameaça para ele e resolveu se tornar íntimo de Pocho,enconstando ,brincado,e até mesmo nadando com ele,em seu lago particular.
Como essa história correu o país e posteriormente o mundo o sortudo e abençoado Chito,agora vive de apresentações com seu amigo,brincando na agua com o mesmo,mas ja avisa,Pocho é genioso e não aceita mais ninguém em seu lago,aceita única e exclusivamente seu salvador,Chito !!!!!









A barata albina é um inseto incrível


As baratas, assim como todos os insetos “trocam de pele” quando precisam crescer. Elas soltam a camada mais externa da pele (o exoesqueleto) para aumentar o tamanho do seu corpo, é como se ela trocasse de roupa.

Quando esse processo, que chamamos de ecdise acontece, o inseto fica com o corpo frágil com a cor bem clara, quase branca, pois uma nova pele ainda está se formando e precisa de um tempo para endurecer e escurecer, pois a quitina presente na pele dos insetos somente se enrijece quando entra em contato com o oxigênio do ar. Você pode ter visto uma barata nessa fase. Quando estão sofrendo ecdise, o inseto se mantém escondido, esperando a nova pele se tornar rígida para seguir a vida, por isso, não é muito comum vermos baratas brancas por aí. Nessa fase elas procuram o local mais seguro para se esconderem.


As baratas brancas, chamadas de noivas ou albinas, geralmente, nada mais é do que uma barata que acabou de trocar de pele.

Nesta imagem podemos ver o momento em que a barata perde sua pele velha e faz a troca. Quando ela sai de dentro da pele antiga o corpo é todo branco.

Imagina encontrar uma Lula-vampira-do-inferno enquanto mergulha?

O nome científico já assusta: Vampyroteuthis infernalis. Esses animais incríveis vivem nas profundezas do Atlântico e do Pacífico. O corpo gelatinoso, dependendo da iluminação torna-se aveludado preto, vermelho, roxo ou da cor marrom, por causa dessas cores, recebeu esse nome “vampiresco”.




Curiosamente, possui uma membrana ligando os oito tentáculos, cada um dos quais é coberta por fileiras de espinhos moles. Quando está em perigo assume uma foram de “abóbora” e parece ser bem maior do que é. Essas lulas não têm mais de 20 cm de comprimento. Até que se sabe, esse é o único cefalópode capaz de viver em profundidades de 400-1000 m em uma zona com um mínimo de oxigênio.

Para viver em águas tão profundas, superando a falta de oxigênio e suportando a pressão, a Lula-vampira-do-inferno possui impressionantes adaptações e pode viver e respirar normalmente nesta zona com uma concentração baixíssima de oxigênio. Esses animais possuem o menor nível de metabolismo entre todos os cefalópodes que vivem em profundidade. O sangue é azulado (isso mesmo!), pois esses animais têm uma alta dosagem do pigmento hemocianina no sangue.

Devido ao alto teor de amônia nos tecidos, a densidade corporal praticamente é a mesma densidade da água do mar, o que permite uma boa flutuabilidade, mesmo com sua musculatura subdesenvolvida. Como todo animal das profundezas, essas lulas enxergam pouco, podem apenas distinguir as silhuetas de outros animais e para se proteger de predadores, desenvolveram uma bioluminescência que emite um brilho azulado nas membranas que possui entre os tentáculos e isso ofusca a visão do seu corpo visto de baixo.






Elas também possuem o famoso saco de tinta dos cefalópodes. Quando ameaçada, a tinta é liberada das pontas dos tentáculos, criando uma nuvem de mucosa bioluminescente. Isso cria uma cortina de luz (que pode durar até 10 minutos), tempo suficiente para escapar do predador.





As zebras são brancas com listras pretas ou pretas com listras brancas?



A genética determina a variedade de listras das zebras (em inglês). Embora o processamento específico que determina esse padrão de listras não seja conhecido, tem algo a ver com a pigmentação seletiva. As células de pele conhecidas como melanócitos produzem os pigmentos que colorem o pelo. Certos mensageiros químicos regulam quais melanócitos produzem determinado pigmento na zebra  [fonte: Camazine]. Modelos matemáticos não foram capazes de prever com precisão o desenvolvimento do padrão, mas sabemos que ele ocorre na fase embrionária [fonte: The Development of Zebra Striping Pattern - em inglês].

Falando em listras, nos ocorre aquela velha questão: qual é a cor da zebra? Se você pesquisar em busca da resposta, não demorará a encontrar muitas explicações conflitantes. Mas Lisa Smith, curadora de grandes animais no zoológico de Atlanta (em inglês) reporta que o pelo é muitas vezes descrito como "preto com listras brancas". Isso faz sentido, porque o padrão resulta de ativação de pigmentos (pretos) e de sua inibição (branco). Isso significa que o pelo é preto, e as listras brancas ficam onde não existe pigmentação [fonte: Camazine]. Como confirmação, a maioria das zebras tem pele escura por sob o pelo [fonte: Smith]

                                              Fonte : Smith

5 Curiosidades incríveis sobre os animais

5 . Os ratos toupeira não são cegos



Com seus fracos olhos e estilo de vida diferente, os ratos toupeira africanos estão entre os roedores mais estranhos. Eles detectam um pouco de luz, e já foi sugerido que usam os olhos mais para sentir as mudanças do ar do que para enxergar. E de acordo com um estudo de 2006, eles não gostam do que veem. Luz indica que talvez um predador tenha entrado no túnel.


4 . Para os castores, os dias são longos no inverno






Os castores praticamente se escondem durante o inverno, vivendo de comida armazenada ou dos depósitos de gordura em seus rabos. Eles conservam energia evitando entrar em contato com o frio, preferindo ficar nas escuras pilhas de madeira e lama. Como resultado, esses roedores, que geralmente saem no pôr do Sol e retornam ao nascer, perdem a noção do sono. O relógio biológico muda, passando a funcionar em um ritmo diário de 29 horas.

3 . Pássaros usam pontos de referência em longas viagens


Você consegue imaginar uma viagem de carro sem placas, indicações, GPS ou mapas? Claro que não, e por isso você não é um pássaro. Pombos podem voar milhares de quilômetros para encontrar o mesmo local, sem dificuldades. Algumas espécies de pássaros fazem um viagem de ida e volta de mais de 30 mil quilômetros todos os anos. Algumas usam imãs naturais para se orientar com o campo magnético da Terra. Um estudo de 2006 sugere que os pombos usam pontos familiares no chão para achar o caminho de casa.


2 . Leite de baleia não é dietético



Cuidar de um recém-nascido não é fácil para uma baleia. Após a gestação de 10 a 12 meses, o bebê nasce com quase um terço do comprimento da mãe – o que significa uma criança de quase 10 metros, para a baleia Azul. A baleia espirra o leite na boca do filho através de músculos ao redor da glândula mamaria, enquanto a criança se mantém firme no mamilo (sim, baleias têm mamilos). Com quase 50% de gordura, o leite de baleia têm cerca de 10 vezes mais gordura do que o humano, o que permite à criança ganhar bastante peso – quase 100 quilogramas por dia.

1 . Crocodilos engolem pedras para 



O estômago de um crocodilo é um tanto rochoso, por algumas razões. Para começar, o sistema digestivo do animal têm de tudo, incluindo tartarugas, peixes e pássaros, até girafas, búfalos, leões e (quando acontece uma briga territorial) crocodilos. Em adição a esse ecossistema, existem pedras também. Eles engolem grandes pedras que ficam permanentemente em suas barrigas. Dizem que elas são úteis para mergulhar. 

Pesquisa revela que "primo" do T–Rex teria vivido no Alasca



Um novo parente do Tiranossauro Rex foi descoberto. Ao que indica a pesquisa, essa espécie pode ter vivido na costa norte do Alasca há 70 milhões de anos e já foi nomeada como Nanuqsaurus hoglundi pela comunidade científica.

A descoberta foi revelada após a espécie ser identificada a partir de ossos do crânio fossilizado no Alasca. Os cientistas também estão o chamando de "lagarto urso polar” e dizem que o animal era um pouco mais alto do que um ser humano atual, tendo metade do tamanho de seu “primo” T-Rex.

Segundo o The Raw History, uma análise de vários ossos, dentes e do crânio foi descrita na revista PLOS ONE pelos pesquisadores Anthony Fiorillo e Ronald Tykoski, do Museu Perot da Natureza e Ciência, no Texas. Eles disseram que a espécie perambulava durante o período noturno de frio e neve, revelando que era provável que ele tivesse um forte senso de olfato e visão mais aguçada para caçar durante a noite.

"Para nós isso é uma coisa muito legal porque quer dizer que há algo sobre o ambiente ártico de 70 milhões de anos atrás, que selecionou para um tamanho corporal ideal um predador de sucesso”, disse Anthony Fiorillo.

Local dos fósseis
A área dentro do Círculo Polar Ártico, onde os ossos foram encontrados, não era tão fria há 70 milhões de anos e tinha, provavelmente, um clima parecido com os das modernas cidades de Seattle e Washington, nos Estados Unidos, ou Calgary, no Canadá.

Os pesquisadores afirmaram que os fragmentos do crânio do bicho foram encontrados em um buraco junto com outro dinossauro com chifres, que provavelmente o matou e tentou comê-lo.

No momento do registro, os pesquisadores conseguiram quatro pedaços de ossos, alguns dos quais foram cruciais para a pesquisa, porque eles mostravam o crescimento da cabeça de um adulto, em vez de um juvenil, permitindo aos cientistas estimar o tamanho total do crânio.

Desde então, mais fragmentos foram desenterrados. "Nós temos um quadro bastante completo do crânio agora. A beleza disso é que os sedimentos que preencheram os ossos preservaram a forma do cérebro e podemos ver que este animal também tinha um senso bem desenvolvido de olfato", explicou Fiorillo. 

                                       Fonte: Megacurioso

10 gigantes animais pré-históricos e assustadores


Por mais que conheçamos uma grande quantidade de animais que habitam o nosso planeta, é preciso saber que uma infinidade deles jamais será vista. Junto com a evolução, diversas espécies foram completamente extintas e hoje só podem ser imaginadas com a ajuda da computação gráfica — e das impressões de cientistas que avaliam os fósseis encontrados ao redor da Terra.

No topo deste artigo você pode ver o já conhecido mamute, mas há muitos outros gigantes da pré-história que fogem do conhecimento popular. Está curioso para saber do que estamos falando? Então confira os 10 animais pré-históricos e assustadores que separamos hoje. Certamente, eles seriam capazes de fazer qualquer pessoa sair correndo de medo se fossem encontrados por aí.

1. Platybelodon
O Platybelodon pode lembrar bastante os elefantes, mas com a mandíbula bem mais protuberante. Estipula-se que ele tenha vivido na Terra entre 23 milhões e 5 milhões de anos atrás. Assim como os parentes que vivem atualmente por aqui, o Platybelodon se alimentava apenas de vegetais, principalmente de plantas aquáticas.



2. Megatherium
O nome significa “Besta gigante”, mas ele se parece muito mais com uma “Preguiça gigante” e por isso também é conhecido dessa forma. O Megatherium (ou Megatério) viveu no Pleistoceno (período que vai de 2,5 milhões até 11 mil anos atrás) e também se alimentava apenas de folhas. Mesmo assim, esse animal de quatro toneladas poderia fazer qualquer pessoa sair correndo em instantes.



3. Dunkleosteus
O Dunkleosteus terreli é conhecido como o “peixe de armadura”, por causa de sua aparência assustadora e sua carapaça de difícil perfuração. Ele nadou em nosso planeta já faz mais de 300 milhões de anos e chegava aos nove metros de comprimento. Uma das mais brutais espécies já vistas, se alimentava de peixes grandes, tubarões e até mesmo de animais de sua própria espécie.



4. Phorusrhacos
Apelidados de “Pássaros do Terror”, os Phorusrhacos não negavam a fama que tinham. Chegando aos 2,5 metros de altura, essas aves predatórias eram capazes de matar outros animais com bastante facilidade, graças aos pés com garras afiadas e ao bico muito forte. Tendo vivido durante o Mioceno, essas aves podiam matar com bicadas ou golpeando as vítimas contra o solo.




5. Megalania
Não é possível esperar uma aparência agradável de um animal que ficou conhecido como o “lagarto mais peçonhento da pré-história” ou como “O Gigante Lagarto Estripador”. Pesando até 620 kg e chegando aos sete metros de comprimento, ele pode ter vivido até 40 mil anos atrás. Você deve estar bem agradecido por não ter que conviver com ele.



6. Titanoboa
Por que você deveria ter medo da Titanoboa cerrejonensis?Porque ela chegava aos 13 metros de comprimento, pesava mais de uma tonelada e também porque — assim como outras cobras gigantes — ela se alimentava de qualquer coisa que ela quisesse. Ou seja, se ela encontrasse um ser humano pelo caminho, seriam grandes as chances de ela devorá-lo em segundos. Por sorte foram extintas há 60 milhões de anos.



7. Megalodon
Você pode pensar que ele é apenas um tubarão gigante e assustador que chegava aos 20 metros de comprimento, com dentes de 18 centímetros e que incluía baleias adultas em sua dieta, mas ele ainda vai além em sua lista de atributos. Pesando mais de duas toneladas, acredita-se que o ser humano não tivesse conquistado os oceanos se o Megalodon tivesse ultrapassado o Mioceno, tamanho o poder de estrago dele.



8. Arthropleura
Se você fica com nojo de pequenos insetos quando descobre que eles estão no seu quintal, então você não ia gostar nada de saber que já existiu um artrópode com quase três metros de comprimento. Isso aconteceu cerca de 330 milhões de anos atrás, felizmente. O que não se sabe é qual era a alimentação do animal. Apesar de acreditar-se que eram herbívoros, os Arthropleuras teriam mandíbulas de carnívoros.



9. Gigantopithecus
Vivendo no período Pleistoceno, o gigante primata Gigantopithecus pode ter chegado aos três metros altura e pesado entre 300 e 500 quilos. Apesar de alguns paleontólogos afirmarem que o animal era onívoro, a teoria mais aceita é a de que o Gigantopithecus possuía uma dieta herbívora — sendo baseada em bambu e frutas



10. Meganeura
Outro animal “mega” é a Meganeura, o maior inseto voador que já viveu na Terra. Muito parecido com uma libélula gigante, ela chegava aos 75 centímetros de largura e podia se alimentar de outros insetos e também de pequenos anfíbios e répteis. Viveu no período Carbonífero e foi extinta há mais de 300 milhões de anos.


Fonte: Megacurioso



A boca mais assustadora da natureza é de uma tartaruga




A tartaruga-de-couro, também conhecida como tartaruga-gigante, é a maior de todas as tartarugas. Em média, um exemplar do animal chega a medir dois metros de comprimento e pode pesar até 700 quilos. Além de ser a maior tartaruga que existe, ela também é o terceiro maior réptil vivo do mundo.

Mesmo com essas medidas impressionantes, seria menos assustador se o animal tivesse destaque apenas pelo seu tamanho. No entanto, as tartarugas-de-couro são conhecidas por terem uma das bocas mais impressionantes que se pode encontrar na natureza.



A explicação para essa quantidade absurda de dentes afiadíssimos está na alimentação e no processo evolutivo do animal. As tartarugas-de-couro se alimentam basicamente de águas-vivas e, para manter o seu tamanho de respeito, elas comem muitas delas por dia.

Apesar de as águas-vivas se moverem lentamente, é preciso garantir que a tartaruga terá sucesso ao abocanhar sua presa. Por isso, a natureza fez questão de lhe dar uma enorme quantidade de dentes que se estendem também ao longo do esôfago do réptil.


Fonte: Mega-Curioso


Besouro de ouro: confira um dos insetos mais belos do mundo

Os insetos são criaturas superabundantes na Terra e que causam medo e aflição em muita gente. Mas, além de espécimes bizarras e até mesmo de algumas que podem ser letais para os humanos, também existem alguns bichinhos que chamam a atenção pela sua extrema beleza. Um exemplo disso é o besouro da espécie Charidotella sexpunctata, nativo dos Estados Unidos e que parece uma joaninha feita de ouro.

Esse inseto pequenino — entre 5 e 7 milímetros de tamanho — costuma ser encontrado nas folhas de uma planta conhecida por aqui como glória-da-manhã, que é o seu quitute favorito. No entanto, existem algumas particularidades que tornam o C. sexpunctataainda mais interessante, como uma película transparente que o recobre e que pode mudar de cor.

Besouro de ouro
Isso acontece porque a parede interna dessa película é coberta com uma microscópica camada de líquido, e qualquer alteração nessa camada — que possui uma série de válvulas minúsculas que controlam os níveis de umidade — modifica a cor refletida pelo besouro. A alteração da coloração normalmente ocorre quando o inseto é perturbado ou quando está ocupado acasalando, mas é o bichinho quem comanda essa ação.

As cores que esses insetos podem apresentar variam do dourado ao castanho, passando pelo azul, verde e até alaranjado com pintinhas pretas. Os besouros C. sexpunctata também são fãs de batata-doce, seus encontros “amorosos” podem durar entre 15 e 583 minutos (!) e não se sabe ao certo quantas gerações são produzidas a cada ano. Confira a seguir mais imagens desse curioso bichinho e conte nos comentários se você já conhecia essa espécie:








Beijar um cágado pode não ser uma boa ideia!




Beijar um cágado pode não ser uma boa ideia. Um chinês, da província de Fujian, resolveu fazer um carinho ousado em um cágado da espécie Macrochelys temminckii, (família Chelydridae), conhecido popularmente como “tartaruga-aligator” ou “tartaruga-crocodilo”. Ao tentar beijar o animal ele teve o lábio superior abocanhado e passou o maior sufoco para conseguir se soltar. O rapaz foi levado ao hospital para suturar a boca e ele na verdade teve muita sorte!

Este ato não foi nada inteligente, pois a tartaruga-crocodilo recebeu este nome pelo seu tamanho e também pela sua poderosa mordida que segundo especialistas pode destruir um cabo de vassoura. Este animal é onívoro, se alimentando basicamente de peixes, mas incluindo praticamente tudo que elas conseguirem pegar e engolir, tal como carcaças de animais mortos, invertebrados aquáticos, anfíbios, pequenos répteis e tartarugas menores.

A tartaruga-crocodilo possui uma estrutura vermiforme na ponta da língua que serve para atrair peixes, uma forma de mimetismo Peckhamiano, que acontece quando a espécie mimética é o predador, que engana sua presa para se aproximar o suficiente a ponto de capturá-la. A língua vermiforme imita os movimento de um verme atraindo a presa para sua boca. A boca é fechada com enorme velocidade e força, completando a emboscada.





As 10 espécies mais velozes do mundo


Animal: Zebra.
Velocidade: 64 km/h.
Muito comum nas savanas africanas, as zebras são um dos pratos preferidos dos leões e perdem feio na maratona contra seus predadores. Mas, mesmo sendo mais devagar, não são abatidas com tanta facilidade. Isso porque a sua velocidade, junto com as listras, cria um efeito visual que confunde os felinos. Como eles enxergam em preto e branco, não conseguem distinguir a silhueta do animal e, muitas vezes, erram o bote.


Animal: Coiote.
Velocidade: 69 km/h.
É só no desenho animado que o coiote perde para o papaléguas. No mundo real, o canídeo da América do Norte pode atingir mais que o dobro da velocidade do galocorredor, que chega aos 30 km/h. Essa habilidade foi desenvolvida para que o seu cardápio não se restringisse à ave. Veados, lebres e outros animais velozes também estão entre suas presas. Mas ele também pode se alimentar de insetos, frutas, cobras e até carniça.


Animal: Pato-eider.
Velocidade: 76 km/h.
Embora viva a maior parte do tempo no mar, mergulhando para encontrar seus alimentos – crustáceos, moluscos e estrelas do mar –, não é nadando que o pato atinge sua maior velocidade. É durante o voo que ele é mais rápido, com o objetivo de migrar para o sul antes de o inverno chegar a seu habitat natural, que fica concentrado em regiões como o norte da Europa, da Groelândia, do Canadá, do Alasca e da Sibéria.


Animal: Gnu.
Velocidade: 80 km/h.
Este parente dos búfalos, dos antílopes e das vacas é um dos maiores mamíferos africanos. Apesar de chegar aos 270 kg, ele precisou desenvolver a habilidade de correr para escapar de leoas, leopardos e hienas, seus principais predadores. Herbívoro, o gnu costuma viver em grupo, que migra por longas distâncias em busca de água e comida – principalmente entre as planícies do Quênia e da Tanzânia.



Animal: Leoa.
Velocidade: 80 km/h.
Caçadoras natas, as leoas são capazes de disparar a essa velocidade em uma curta distância – principalmente quando estão caçando. Isso porque muitas de suas presas são muito velozes, como o gnu. O peso (cerca de 180 kg) e a ausência de pelos espessos, como os de seu parceiro, contribuem para uma corrida mais leve e confortável. Já os leões, que pesam cerca de 250 kg, não conseguem ultrapassar os 58 km/h. Atrás de todo rei da selva há uma grande rainha...


Animal: Gazela-thompson.
Velocidade: 80 km/h.
A espécie é muito comum na África e vive em grupos de cerca de 50 animais. É bem miúda: mede, em média, não mais que 60 cm e pesa 25 kg. O seu pequeno porte permite fazer curvas com mais eficiência e velocidade – característica que a ajuda a escapar das garras de seu principal predador, o guepardo. Já a cor amarronzada e as listras pretas na face e no corpo ainda dão aquela força para que ela se camufle em meio às savanas.


Animal: Antilocapra.
Velocidade: 98 km/h.
A rapidez do quadrúpede se deu por uma questão evolutiva: fugir de seu predador, o extinto guepardo-americano. Os antilocapras também foram alvo de pioneiros norte-americanos e quase foram extintos. Com a proibição da caça, foi possível salvá-los e hoje somam mais de 3 milhões, espalhados pela América do Norte. Ainda são caçados por lobos, coiotes e linces, mas esses vão ter de se esforçar para abater essa presa veloz


Animal: Agulhão-vela.
Velocidade: 110 km/h.
Encontrado nos oceanos tropicais, este apressadinho também é conhecido como peixe-espada. Ele tem a extremidade do focinho longa e pontiaguda, que ajuda a cortar a pressão da água, aumentando a velocidade com que se locomove. Isso ajuda o bicho a fugir dos predadores (entre eles, o homem, já que essa espécie é um dos principais alvos da pesca esportiva) e também a capturar pequenos peixes, dos quais se alimenta. A vistosa nadadeira do dorso ajuda a direcionar seu corpo.



Animal: Guepardo.
Velocidade: 115 km/h.
O corpo contribui para que ele tenha agilidade nos movimentos. As unhas, por exemplo, ficam sempre expostas e se fincam no chão, evitando que o animal derrape nas curvas. O tronco esguio e a cauda longa ajudam a cortar o vento e manter o equilíbrio, enquanto as linhas pretas abaixo dos olhos impedem que o reflexo do sol atrapalhe as caçadas diurnas. Isso permite que ele tenha uma arrancada de 72 km/h.


Animal: Falcão peregrino.
Velocidade: 320 km/h.
O animal mais rápido do planeta atinge sua velocidade máxima durante a caça. Para alcançar sua presa, fecha as asas e mergulha no ar, utilizando a gravidade a seu favor. Com isso, consegue atingir 320 km/h – que é quase a velocidade máxima de um carro de F1, que chega a 370 km/h. A espécie mede entre 38 e 53 cm de comprimento e pode pesar até 1,5 kg, Habitante do Hemisfério Norte (EUA e Canadá), o falcão se alimenta de outras aves, como pombos, e migra para o Brasil na época da primavera, podendo ser vista até mesmo em grandes cidades – trocando seu ninho em penhascos pelo topo de arranha-céus.