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Biólogos australianos capturam tubarão branco gigante



Uma enorme fêmea de tubarão branco com quase 5 metros de comprimento e pesando 1,6 tonelada foi capturada em Middleton, uma popular praia da Austrália. O peixão já havia sido avistado diversas vezes durante o mês passado, e provavelmente tenha sido atraído por uma carcaça de filhote de baleia que ficou encalhada na areia.



A praia, que fica na costa de Albany, já havia sido fechada para evitar acidentes com banhistas. Os biólogos estimam que o tubarão tenha 30 anos, e aproveitaram a aproximação para inserir um chip de rastreamento que permitirá que eles monitorem o animal. A operação de captura não foi nada fácil e durou duas horas, e o peixe — batizado pelos pesquisadores com o nome “Joan of Shark”, em alusão a Joana d’Arc — foi solto logo depois.

Fonte: Megacurioso

Uma amizade realmente animal


Estava eu por ai,andando na net ( pq sou pobre e não tenho grana para navegar) quando me deparei com essa história curiosa.
Na Costa Rica um cara chamado ” Chito ” tem uma amizade interessante.
Trata-se nada mais nada menos do que a amizade com um hiper-crocodilo chamado Pocho.
Eles se conhecem faz mais de 20 anos,quando Chito salvou o crocodilo que estava morrendo por ter sido baleado no olho.
Chito então gastou várias horas de seus dias tratando de Pocho,dando-lhe comida e administrando remédios.
Depois de um tempo ele sentiu que o crocodilo ja não era uma ameaça para ele e resolveu se tornar íntimo de Pocho,enconstando ,brincado,e até mesmo nadando com ele,em seu lago particular.
Como essa história correu o país e posteriormente o mundo o sortudo e abençoado Chito,agora vive de apresentações com seu amigo,brincando na agua com o mesmo,mas ja avisa,Pocho é genioso e não aceita mais ninguém em seu lago,aceita única e exclusivamente seu salvador,Chito !!!!!









A barata albina é um inseto incrível


As baratas, assim como todos os insetos “trocam de pele” quando precisam crescer. Elas soltam a camada mais externa da pele (o exoesqueleto) para aumentar o tamanho do seu corpo, é como se ela trocasse de roupa.

Quando esse processo, que chamamos de ecdise acontece, o inseto fica com o corpo frágil com a cor bem clara, quase branca, pois uma nova pele ainda está se formando e precisa de um tempo para endurecer e escurecer, pois a quitina presente na pele dos insetos somente se enrijece quando entra em contato com o oxigênio do ar. Você pode ter visto uma barata nessa fase. Quando estão sofrendo ecdise, o inseto se mantém escondido, esperando a nova pele se tornar rígida para seguir a vida, por isso, não é muito comum vermos baratas brancas por aí. Nessa fase elas procuram o local mais seguro para se esconderem.


As baratas brancas, chamadas de noivas ou albinas, geralmente, nada mais é do que uma barata que acabou de trocar de pele.

Nesta imagem podemos ver o momento em que a barata perde sua pele velha e faz a troca. Quando ela sai de dentro da pele antiga o corpo é todo branco.

Imagina encontrar uma Lula-vampira-do-inferno enquanto mergulha?

O nome científico já assusta: Vampyroteuthis infernalis. Esses animais incríveis vivem nas profundezas do Atlântico e do Pacífico. O corpo gelatinoso, dependendo da iluminação torna-se aveludado preto, vermelho, roxo ou da cor marrom, por causa dessas cores, recebeu esse nome “vampiresco”.




Curiosamente, possui uma membrana ligando os oito tentáculos, cada um dos quais é coberta por fileiras de espinhos moles. Quando está em perigo assume uma foram de “abóbora” e parece ser bem maior do que é. Essas lulas não têm mais de 20 cm de comprimento. Até que se sabe, esse é o único cefalópode capaz de viver em profundidades de 400-1000 m em uma zona com um mínimo de oxigênio.

Para viver em águas tão profundas, superando a falta de oxigênio e suportando a pressão, a Lula-vampira-do-inferno possui impressionantes adaptações e pode viver e respirar normalmente nesta zona com uma concentração baixíssima de oxigênio. Esses animais possuem o menor nível de metabolismo entre todos os cefalópodes que vivem em profundidade. O sangue é azulado (isso mesmo!), pois esses animais têm uma alta dosagem do pigmento hemocianina no sangue.

Devido ao alto teor de amônia nos tecidos, a densidade corporal praticamente é a mesma densidade da água do mar, o que permite uma boa flutuabilidade, mesmo com sua musculatura subdesenvolvida. Como todo animal das profundezas, essas lulas enxergam pouco, podem apenas distinguir as silhuetas de outros animais e para se proteger de predadores, desenvolveram uma bioluminescência que emite um brilho azulado nas membranas que possui entre os tentáculos e isso ofusca a visão do seu corpo visto de baixo.






Elas também possuem o famoso saco de tinta dos cefalópodes. Quando ameaçada, a tinta é liberada das pontas dos tentáculos, criando uma nuvem de mucosa bioluminescente. Isso cria uma cortina de luz (que pode durar até 10 minutos), tempo suficiente para escapar do predador.





Pesquisa revela que "primo" do T–Rex teria vivido no Alasca



Um novo parente do Tiranossauro Rex foi descoberto. Ao que indica a pesquisa, essa espécie pode ter vivido na costa norte do Alasca há 70 milhões de anos e já foi nomeada como Nanuqsaurus hoglundi pela comunidade científica.

A descoberta foi revelada após a espécie ser identificada a partir de ossos do crânio fossilizado no Alasca. Os cientistas também estão o chamando de "lagarto urso polar” e dizem que o animal era um pouco mais alto do que um ser humano atual, tendo metade do tamanho de seu “primo” T-Rex.

Segundo o The Raw History, uma análise de vários ossos, dentes e do crânio foi descrita na revista PLOS ONE pelos pesquisadores Anthony Fiorillo e Ronald Tykoski, do Museu Perot da Natureza e Ciência, no Texas. Eles disseram que a espécie perambulava durante o período noturno de frio e neve, revelando que era provável que ele tivesse um forte senso de olfato e visão mais aguçada para caçar durante a noite.

"Para nós isso é uma coisa muito legal porque quer dizer que há algo sobre o ambiente ártico de 70 milhões de anos atrás, que selecionou para um tamanho corporal ideal um predador de sucesso”, disse Anthony Fiorillo.

Local dos fósseis
A área dentro do Círculo Polar Ártico, onde os ossos foram encontrados, não era tão fria há 70 milhões de anos e tinha, provavelmente, um clima parecido com os das modernas cidades de Seattle e Washington, nos Estados Unidos, ou Calgary, no Canadá.

Os pesquisadores afirmaram que os fragmentos do crânio do bicho foram encontrados em um buraco junto com outro dinossauro com chifres, que provavelmente o matou e tentou comê-lo.

No momento do registro, os pesquisadores conseguiram quatro pedaços de ossos, alguns dos quais foram cruciais para a pesquisa, porque eles mostravam o crescimento da cabeça de um adulto, em vez de um juvenil, permitindo aos cientistas estimar o tamanho total do crânio.

Desde então, mais fragmentos foram desenterrados. "Nós temos um quadro bastante completo do crânio agora. A beleza disso é que os sedimentos que preencheram os ossos preservaram a forma do cérebro e podemos ver que este animal também tinha um senso bem desenvolvido de olfato", explicou Fiorillo. 

                                       Fonte: Megacurioso

10 gigantes animais pré-históricos e assustadores


Por mais que conheçamos uma grande quantidade de animais que habitam o nosso planeta, é preciso saber que uma infinidade deles jamais será vista. Junto com a evolução, diversas espécies foram completamente extintas e hoje só podem ser imaginadas com a ajuda da computação gráfica — e das impressões de cientistas que avaliam os fósseis encontrados ao redor da Terra.

No topo deste artigo você pode ver o já conhecido mamute, mas há muitos outros gigantes da pré-história que fogem do conhecimento popular. Está curioso para saber do que estamos falando? Então confira os 10 animais pré-históricos e assustadores que separamos hoje. Certamente, eles seriam capazes de fazer qualquer pessoa sair correndo de medo se fossem encontrados por aí.

1. Platybelodon
O Platybelodon pode lembrar bastante os elefantes, mas com a mandíbula bem mais protuberante. Estipula-se que ele tenha vivido na Terra entre 23 milhões e 5 milhões de anos atrás. Assim como os parentes que vivem atualmente por aqui, o Platybelodon se alimentava apenas de vegetais, principalmente de plantas aquáticas.



2. Megatherium
O nome significa “Besta gigante”, mas ele se parece muito mais com uma “Preguiça gigante” e por isso também é conhecido dessa forma. O Megatherium (ou Megatério) viveu no Pleistoceno (período que vai de 2,5 milhões até 11 mil anos atrás) e também se alimentava apenas de folhas. Mesmo assim, esse animal de quatro toneladas poderia fazer qualquer pessoa sair correndo em instantes.



3. Dunkleosteus
O Dunkleosteus terreli é conhecido como o “peixe de armadura”, por causa de sua aparência assustadora e sua carapaça de difícil perfuração. Ele nadou em nosso planeta já faz mais de 300 milhões de anos e chegava aos nove metros de comprimento. Uma das mais brutais espécies já vistas, se alimentava de peixes grandes, tubarões e até mesmo de animais de sua própria espécie.



4. Phorusrhacos
Apelidados de “Pássaros do Terror”, os Phorusrhacos não negavam a fama que tinham. Chegando aos 2,5 metros de altura, essas aves predatórias eram capazes de matar outros animais com bastante facilidade, graças aos pés com garras afiadas e ao bico muito forte. Tendo vivido durante o Mioceno, essas aves podiam matar com bicadas ou golpeando as vítimas contra o solo.




5. Megalania
Não é possível esperar uma aparência agradável de um animal que ficou conhecido como o “lagarto mais peçonhento da pré-história” ou como “O Gigante Lagarto Estripador”. Pesando até 620 kg e chegando aos sete metros de comprimento, ele pode ter vivido até 40 mil anos atrás. Você deve estar bem agradecido por não ter que conviver com ele.



6. Titanoboa
Por que você deveria ter medo da Titanoboa cerrejonensis?Porque ela chegava aos 13 metros de comprimento, pesava mais de uma tonelada e também porque — assim como outras cobras gigantes — ela se alimentava de qualquer coisa que ela quisesse. Ou seja, se ela encontrasse um ser humano pelo caminho, seriam grandes as chances de ela devorá-lo em segundos. Por sorte foram extintas há 60 milhões de anos.



7. Megalodon
Você pode pensar que ele é apenas um tubarão gigante e assustador que chegava aos 20 metros de comprimento, com dentes de 18 centímetros e que incluía baleias adultas em sua dieta, mas ele ainda vai além em sua lista de atributos. Pesando mais de duas toneladas, acredita-se que o ser humano não tivesse conquistado os oceanos se o Megalodon tivesse ultrapassado o Mioceno, tamanho o poder de estrago dele.



8. Arthropleura
Se você fica com nojo de pequenos insetos quando descobre que eles estão no seu quintal, então você não ia gostar nada de saber que já existiu um artrópode com quase três metros de comprimento. Isso aconteceu cerca de 330 milhões de anos atrás, felizmente. O que não se sabe é qual era a alimentação do animal. Apesar de acreditar-se que eram herbívoros, os Arthropleuras teriam mandíbulas de carnívoros.



9. Gigantopithecus
Vivendo no período Pleistoceno, o gigante primata Gigantopithecus pode ter chegado aos três metros altura e pesado entre 300 e 500 quilos. Apesar de alguns paleontólogos afirmarem que o animal era onívoro, a teoria mais aceita é a de que o Gigantopithecus possuía uma dieta herbívora — sendo baseada em bambu e frutas



10. Meganeura
Outro animal “mega” é a Meganeura, o maior inseto voador que já viveu na Terra. Muito parecido com uma libélula gigante, ela chegava aos 75 centímetros de largura e podia se alimentar de outros insetos e também de pequenos anfíbios e répteis. Viveu no período Carbonífero e foi extinta há mais de 300 milhões de anos.


Fonte: Megacurioso



A boca mais assustadora da natureza é de uma tartaruga




A tartaruga-de-couro, também conhecida como tartaruga-gigante, é a maior de todas as tartarugas. Em média, um exemplar do animal chega a medir dois metros de comprimento e pode pesar até 700 quilos. Além de ser a maior tartaruga que existe, ela também é o terceiro maior réptil vivo do mundo.

Mesmo com essas medidas impressionantes, seria menos assustador se o animal tivesse destaque apenas pelo seu tamanho. No entanto, as tartarugas-de-couro são conhecidas por terem uma das bocas mais impressionantes que se pode encontrar na natureza.



A explicação para essa quantidade absurda de dentes afiadíssimos está na alimentação e no processo evolutivo do animal. As tartarugas-de-couro se alimentam basicamente de águas-vivas e, para manter o seu tamanho de respeito, elas comem muitas delas por dia.

Apesar de as águas-vivas se moverem lentamente, é preciso garantir que a tartaruga terá sucesso ao abocanhar sua presa. Por isso, a natureza fez questão de lhe dar uma enorme quantidade de dentes que se estendem também ao longo do esôfago do réptil.


Fonte: Mega-Curioso


Beijar um cágado pode não ser uma boa ideia!




Beijar um cágado pode não ser uma boa ideia. Um chinês, da província de Fujian, resolveu fazer um carinho ousado em um cágado da espécie Macrochelys temminckii, (família Chelydridae), conhecido popularmente como “tartaruga-aligator” ou “tartaruga-crocodilo”. Ao tentar beijar o animal ele teve o lábio superior abocanhado e passou o maior sufoco para conseguir se soltar. O rapaz foi levado ao hospital para suturar a boca e ele na verdade teve muita sorte!

Este ato não foi nada inteligente, pois a tartaruga-crocodilo recebeu este nome pelo seu tamanho e também pela sua poderosa mordida que segundo especialistas pode destruir um cabo de vassoura. Este animal é onívoro, se alimentando basicamente de peixes, mas incluindo praticamente tudo que elas conseguirem pegar e engolir, tal como carcaças de animais mortos, invertebrados aquáticos, anfíbios, pequenos répteis e tartarugas menores.

A tartaruga-crocodilo possui uma estrutura vermiforme na ponta da língua que serve para atrair peixes, uma forma de mimetismo Peckhamiano, que acontece quando a espécie mimética é o predador, que engana sua presa para se aproximar o suficiente a ponto de capturá-la. A língua vermiforme imita os movimento de um verme atraindo a presa para sua boca. A boca é fechada com enorme velocidade e força, completando a emboscada.





As 10 espécies mais velozes do mundo


Animal: Zebra.
Velocidade: 64 km/h.
Muito comum nas savanas africanas, as zebras são um dos pratos preferidos dos leões e perdem feio na maratona contra seus predadores. Mas, mesmo sendo mais devagar, não são abatidas com tanta facilidade. Isso porque a sua velocidade, junto com as listras, cria um efeito visual que confunde os felinos. Como eles enxergam em preto e branco, não conseguem distinguir a silhueta do animal e, muitas vezes, erram o bote.


Animal: Coiote.
Velocidade: 69 km/h.
É só no desenho animado que o coiote perde para o papaléguas. No mundo real, o canídeo da América do Norte pode atingir mais que o dobro da velocidade do galocorredor, que chega aos 30 km/h. Essa habilidade foi desenvolvida para que o seu cardápio não se restringisse à ave. Veados, lebres e outros animais velozes também estão entre suas presas. Mas ele também pode se alimentar de insetos, frutas, cobras e até carniça.


Animal: Pato-eider.
Velocidade: 76 km/h.
Embora viva a maior parte do tempo no mar, mergulhando para encontrar seus alimentos – crustáceos, moluscos e estrelas do mar –, não é nadando que o pato atinge sua maior velocidade. É durante o voo que ele é mais rápido, com o objetivo de migrar para o sul antes de o inverno chegar a seu habitat natural, que fica concentrado em regiões como o norte da Europa, da Groelândia, do Canadá, do Alasca e da Sibéria.


Animal: Gnu.
Velocidade: 80 km/h.
Este parente dos búfalos, dos antílopes e das vacas é um dos maiores mamíferos africanos. Apesar de chegar aos 270 kg, ele precisou desenvolver a habilidade de correr para escapar de leoas, leopardos e hienas, seus principais predadores. Herbívoro, o gnu costuma viver em grupo, que migra por longas distâncias em busca de água e comida – principalmente entre as planícies do Quênia e da Tanzânia.



Animal: Leoa.
Velocidade: 80 km/h.
Caçadoras natas, as leoas são capazes de disparar a essa velocidade em uma curta distância – principalmente quando estão caçando. Isso porque muitas de suas presas são muito velozes, como o gnu. O peso (cerca de 180 kg) e a ausência de pelos espessos, como os de seu parceiro, contribuem para uma corrida mais leve e confortável. Já os leões, que pesam cerca de 250 kg, não conseguem ultrapassar os 58 km/h. Atrás de todo rei da selva há uma grande rainha...


Animal: Gazela-thompson.
Velocidade: 80 km/h.
A espécie é muito comum na África e vive em grupos de cerca de 50 animais. É bem miúda: mede, em média, não mais que 60 cm e pesa 25 kg. O seu pequeno porte permite fazer curvas com mais eficiência e velocidade – característica que a ajuda a escapar das garras de seu principal predador, o guepardo. Já a cor amarronzada e as listras pretas na face e no corpo ainda dão aquela força para que ela se camufle em meio às savanas.


Animal: Antilocapra.
Velocidade: 98 km/h.
A rapidez do quadrúpede se deu por uma questão evolutiva: fugir de seu predador, o extinto guepardo-americano. Os antilocapras também foram alvo de pioneiros norte-americanos e quase foram extintos. Com a proibição da caça, foi possível salvá-los e hoje somam mais de 3 milhões, espalhados pela América do Norte. Ainda são caçados por lobos, coiotes e linces, mas esses vão ter de se esforçar para abater essa presa veloz


Animal: Agulhão-vela.
Velocidade: 110 km/h.
Encontrado nos oceanos tropicais, este apressadinho também é conhecido como peixe-espada. Ele tem a extremidade do focinho longa e pontiaguda, que ajuda a cortar a pressão da água, aumentando a velocidade com que se locomove. Isso ajuda o bicho a fugir dos predadores (entre eles, o homem, já que essa espécie é um dos principais alvos da pesca esportiva) e também a capturar pequenos peixes, dos quais se alimenta. A vistosa nadadeira do dorso ajuda a direcionar seu corpo.



Animal: Guepardo.
Velocidade: 115 km/h.
O corpo contribui para que ele tenha agilidade nos movimentos. As unhas, por exemplo, ficam sempre expostas e se fincam no chão, evitando que o animal derrape nas curvas. O tronco esguio e a cauda longa ajudam a cortar o vento e manter o equilíbrio, enquanto as linhas pretas abaixo dos olhos impedem que o reflexo do sol atrapalhe as caçadas diurnas. Isso permite que ele tenha uma arrancada de 72 km/h.


Animal: Falcão peregrino.
Velocidade: 320 km/h.
O animal mais rápido do planeta atinge sua velocidade máxima durante a caça. Para alcançar sua presa, fecha as asas e mergulha no ar, utilizando a gravidade a seu favor. Com isso, consegue atingir 320 km/h – que é quase a velocidade máxima de um carro de F1, que chega a 370 km/h. A espécie mede entre 38 e 53 cm de comprimento e pode pesar até 1,5 kg, Habitante do Hemisfério Norte (EUA e Canadá), o falcão se alimenta de outras aves, como pombos, e migra para o Brasil na época da primavera, podendo ser vista até mesmo em grandes cidades – trocando seu ninho em penhascos pelo topo de arranha-céus.








Tanatose a tática de defesa mais incrível do mundo



É um comportamento de defesa de certos animais, que simulam a própria morte para enganar predadores.

Entre os praticantes estão alguns mamíferos (como os gambás), répteis (lagartos e cobras), anfíbios (sapos e pererecas) e até peixes. Exemplos brasileiros são o caranguejo Trichodactylus panoplus, o lagarto Liolaemus occipitalis e o sapo Physalaemus kroyeri.

A "interpretação" dos bichos é digna do Oscar. "Eles não apenas cessam seus movimentos. Alguns reduzem drasticamente a percepção tátil, a suscetibilidade à dor, a frequência cardíaca ou a respiratória. Algumas cobras e gambás chegam a exalar um forte cheiro nauseabundo", explica a bióloga Eliane Gonçalves de Freitas, da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP).

Esse estado pode durar desde cerca de 60 segundos, como o sapo cururu (Physalaemus centralis), até inacreditáveis 30 minutos, como a aranha Hoplobunus mexicanus!

Os 5 maiores peixes já capturados


Um britânico pescou um peixe albino de 94 quilos durante pescaria no rio Ebro, na Espanha, e espera reconhecimento pela quebra do recorde. O maior peixe da espécie já pescado tinha 88,9 quilos.



Peixe-lua foi capturado a 500 metros da praia de Boraceia, praia de Bertioga, no litoral de São Paulo.


Um peixe linguado de 150 anos e que pesa 196 kg foi pescado na costa da Noruega. O peixe gigante pesa 20 vezes mais do que a média da espécie e poderia alimentar mais de 500 pessoas. Ele foi enviado para Hull, em Yorkshire (Inglaterra).


Um pescador alemão quebrou o recorde mundial ao capturar um alabote gigante. Usando apenas linha e vara de pescar, ele capturou o peixe de mais de 234 kg. O pescador, Marco Liebenow, chegou a pensar que a linha tinha enganchado em um tipo de submarino.


A revista "National Geographic" publicou uma fotografia de um bagre gigante, tirada em novembro de 2007, no lago de Tonle Sap, no Camboja. Este tipo de peixe pode atingir três metros de comprimento e pesar até 300 quilos. Os governos do Camboja e do Vietnã pediram a suspensão das obras da barragem Xayaburi, no rio Mekong, até que os resultados de estudos aprofundados realizados sobre o impacto potencial do projeto sobre a migração de peixes e fluxos de sedimentos no rio sejam conhecidos.






Chocante! O pior zoológico do mundo

O Surabaya Zoo é o maior zoológico da Indonésia e já poderia ter sido fechado a muito tempo. Neste lugar os animais sofrem maus tratos diariamente durante toda a vida.

Os animais não têm comida suficiente e qualquer atendimento médico especializados, pois não existem veterinários no zoológico e os animais são “cuidados” pela mesmo funcionário que alimenta e limpa os aposentos (quando limpam!). Além disso, animais menores se reproduzem de forma descontrolada, não existe qualquer financiamento do governo e alguns membros da equipe respondem por crime de tráfico ilegal de animais silvestres. Os ingressos são muito baratos (US$2,00) e a má fé de alguns funcionários que foram acusados de vender a comida dos animais para os mercados da cidade, são os principais problemas que fizeram o zoológico virar um show de horror.

Espécies raras como dragões de komodo e orangotangos vivem em gaiolas úmidas sendo obrigados a comerem amendoins jogados pelos visitantes. Cerca de 180 pelicanos são mantidos em uma gaiola menor que uma quadra de vôlei e mais de 20 tigres são mantidos em jaula de concreto como uma prisão. A superlotação é o maior problema do zoológico, e por causa disso, dos 4 mil animais, em torno de 25 morrem todos os meses, certamente de fome e doenças.

Não existe qualquer esforço por parte do governo para salvar os animais. Diante de tamanha crueldade diversas ONGs e ativistas pedem o fechamento do zoológico e salvação dos animais. Muitos deles não tem a mínima condição de viver soltos e precisam de cuidados extremos. 





A última girafa do zoológico dos horrores doente com 30 anos de idade. Faminta, a girafa ingeriu cerca de 20 Kg de plástico vindo do lixo jogado em seu ambiente e acabou não resistindo.


Mais um caso de crueldade: Um tigre branco de Bengala vivia em uma jaula minúscula faltando uma orelha e sofrendo de graves problemas de coluna que não permitiam que o animal ficasse de pé.









Vespa controla a mente da aranha e a usa como ninho para suas larvas.

Existe um tipo de vespa que possui o incrível capacidade de controlar o comportamento de aranhas e pode manipulá-la de forma impressionante seu hospedeiro. A vespa conhecida como Hymenoepimecis sp. pertence à família Ichneumonidae. As vespas desta família são parasitóides, ou seja usam o corpo do hospedeiro como alimento até sua morte.




A pobre aranha passa todos os dias da sua vida construindo sua teia. No entanto, a vespa é sorrateira: surpreende a aranha em sua teia com uma ferroada e despeja seu veneno que age no sistema nervoso da aranha causando uma paralisia temporária. Quando a aranha está imóvel, porém viva, a vespa deposita seu ovo na ponta do abdome da aranha e então se vai deixando sua vítima recuperar do ataque.

Tudo pareceu só um susto para a aranha: depois da partida vespa, ela readquire sua capacidade de se movimentar, e continua a construção de sua teia como se nada tivesse acontecido. Só que, depois de um tempo, o ovo da vespa eclode e a larva faminta se agarra no abdome da aranha e começa a se alimentar de seus sucos (hemolinfa) através de uma série de furos pequenos.

A aranha não percebe nada até que num determinado momento do desenvolvimento, a larva libera substâncias químicas na aranha que a induzem uma mudança de comportamento: A aranha passa a tecer um tipo diferente de teia, fazendo uma teia menor e mais resistente, com um desenho que não tem nada a ver com aqueles feitos pela sua espécie. Uma vez que a nova teia está pronta, a larva mata a aranha devorando suas vísceras e formando um casulo sobre a estrutura da nova teia que agora é resistente ao vento, à chuva, e seguro das formigas que habitam o solo da floresta. É mole?